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Redação: X Japan no Madson Square Garden parte 1

(Publicado originalmente no HMBR em 21/10/2014)

Faz um tempo que não falo de bandas do oriente, em especial o X Japan, e somado ao fato do tanto que produzi em temas off music, tava na hora de voltar a falar de música, e das boas. Recentemente, Yoshiki levou a banda para tocar no Madson Square Garden, e é hora de falarmos do show, noticias sobre e especular mais uma vez o futuro, visto que a banda tem estado bem reservado desde o eterno teaser de Jade,


No dia 11 de Outubro, enquanto Fuleco sofria sua edição de video no dia 12 e resenhas rolavam soltas, o X Japan escrevia mais um capítulo da sua história no Ocidente. Antes de seguir, um parenteses

"É incrível como parece que no Ocidente só conheciam a grandeza do X Japan: Nós (modestia longe memso), sites Brasucas especializados em J-Music e obviamente, a grande massa de fãs brasileiros, que conseguiram até trazer a banda para fazer show aqui (AMO GUALANÁ meme forever!). Recentemente vimos veiculos que se dizem grande (epa, desdenhei hue) espantado com o som do X Japan, como se eles fossem uma banda que surgiu ontem, e orra meu, estão na ativa since 1982..."


Passado o desabafo, bora falar de história. Ciente do paragrafo acima, é incrível notar também que mesmo com passagens e gravações recentes nos States, a banda ainda parece ser novidade. Participaram do Lollapalooza e foi um show muito bom, para o horário e tempo que deram para a banda.

No MSG a história seria diferente, seria o primeiro show de grande porte da banda, podendo abusar do que lhe consagrou: Psychedelic Violence - Crime of Visual Shock!

A banda foi modesta e optou por um telão para rodar imagens psychedelic, com a intro do show impondo o respeito que Yoshiki merece: imagens ao fundo formando asas demonicas, enquanto ele estava em pé na sua bateria, na qual lhe parecia seu trono, dando uma épica sensação de final boss nas melheroes épocas do Final Fantasy.

Sem titubear, a banda começou mandando Jade, que claramente foi criada para o mercado ocidental sem perder a pegada da banda. A música levou o publico a cantar junto, para logo em seguida todo mundo praticar japonês com Rusty Nail!


A intenção não é resenhar o show, mas o melhor dele terá um pouco de espaço para ilustrar o post. Prosseguindo é legal ver que a banda voltou a tocar com tudo Art of Life, desde seu retorno as atividades em 2007, tendo direito a mesma sendo tocada com o holograma de hide, para delírio dos fãs.

Indo para a entrevista de Yoshiki, ele passa por tudo, pegando o inicio da banda e também porque a banda demorou a começar a dominar a America do norte (e ainda acho engraçado, como aqui a gente conhece e consegue entender uma banda JAPONESA, sendo que nosso conhecimento ia no máximo aos golpes de jogos e animes que dominaram nossas tvs). Não sendo totalmente injusto, o desconhecimento acaba mais para a mídia, os fãs quando querem conseguem e os videos do MSG mostram isso.

Olha a galera cantando com eles:

Se Yoshiki é o baterista e ele está no piano, quem está na bateria? RA! Yoshideus

Yoshiki deixa claro sem vergonha nenhuma, que em 1992 quando assinaram seu primeiro contrato com uma gravadora para irem além do Japão, a coisa foi morna devido a barreira da lingua mesmo. Para que não sabe, devido a limitação em algumas palavras e katakanas, é dificil para um japonês aprender inglês e mais que isso, ser entendível. Lembra quando comentamos sobre Sho, vocal do Galneryus, nesse post aqui?

O problema foi que nós não falavamoss inglês. Hoje, somos bombardeados pela mídia e bem, como podemos Dominar [NE tradução livre do Waka] a américa se você não consegue falar inglês?

Yoshiki também aproveitou para resumir e explicar o tempo da banda, lembrando a separação em 1997 e a morte de hide, o retorno da banda em 2007, o morte de Taiji Sawada, a pequena Tour pelos States em 2010, shows por 15 paises da Europa e Sudeste da Asia em 2011, tendo uma pequena pausa para então, a banda retornar a Nova Iorque.

Madson Squera Garden é um local simbólico para os músicos. Eu apenas estive no MSG. Tokyo Dome tem capacidade para 55 mil pessoas, já tocamos e lotamos ele 18 vezes e, por algum motivo, o MSG com 18200 parece ter mais gente no público.


The God of Tears, também ressalta que essa foi a primeira vez que a produção total d aband,a siau do Japão para um show, permitindo assim a pirotecnia do show e outras coisas. Uma passagem legal, é sobre o público nos shows japoneses da banda:

Quando tocamos no Japão, podemos ver 3 gerações na platéia. Algumas pessoas nos dizem "hey, eu vim ver o show com meu pai e meu filho". Isso é muito interessante; Quando atravessamos o oceano, eu vejo que o público é formado por jovens... isso é incrível. Há 20 anos atrás, não existia internet,,, então eu sinto como se tivesse um enorme muro entre Leste e Oeste, hoje eu sinto como se o mundo estivesse ficando menor.

Sem dúvidas, nesse mundo globalizado tudo parece menor. Na segunda parte, mais sobre a entrevista, o que podemos esperar da banda para o futuro e o aguardado álbum para o mercado ocidental, além daquela promessa das grandes músicas da banda, em versão inglês num único álbum. Mata ne!

Só faltou os fogos pro momento Super Sentai!

Sobre Wakashimazu

Gamer de nascimento, guitarrista por insistência, se divide em três para dar conta de dominar o mundo da música, dos jogos e dos otakus, enquanto lida com a caixinha de surpresas chamada de vida. Pode ser encontrado no Last FM, na Live ou no fórum!

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