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Review: Assassin's Creed O Filme

Enfim chegou o primeiro grande dia de 2017 para irmos a falência no cinema com a estreia nacional de Assassin's Creed. A Ubisoft estava com um desafio gigantesco em suas mãos, afinal, os filmes baseados em jogos possuem um alto risco de floopar. Será que a franquia dos Assassinos conseguiu eliminar esse alvo? Descubra.

Callum Lynch (Michael Fassbender) descobre que é descendente de um membro da Ordem dos Assassinos e, via memória genética, revive as aventuras do guerreiro Aguilar, seu ancestral espanhol do século XV. Dotado de novos conhecimentos e incríveis habilidades, ele volta aos dias de hoje pronto para enfrentar os Templários.

A cena inicial acaba sendo uma bela e ótima referência aos rituais de iniciação do Credo com pequenas adaptações. É profundo e muito bom vermos em tela todo o cuidado para que as frases da irmandade sejam ditas. Os detalhes comparando com os jogos irei fazer em outro texto para o review focar mais em AC como filme, se funcionou ou não.

Acompanhando o crescimento de Callun Lynch que na sua infância viu sua mãe ser assassinada por seu pai, cresce como um homicida e é levado para cadeira da morte no dia 26 de outubdo de 2016. Acreditando que seria seu último, Cal "desperta" da sua morte no prédio da Abstergo, uma indústria a qual Sophia Rikkin o diz, que seu objetivo, é acabar com a violência e o instinto agressivo na Terra. Cal é a peça chave de seu experimento.


O método consiste de reviver em realidade aumentada as memórias ancestrais de Callun através da máquina Animus. Descobrimos assim que no período da Inquisição Espanhola, existia um Assassino chamado Aguilar e este é antecessor de Cal. Descobrimos nesse momento mais sobre a Ordem e os Templários.

Durantes séculos o Credo dos Assassinos lutam contra os Templários para manter a paz na Terra, enquanto os Templários, querem a paz exterminando o Credo e impondo a doutrina Templária (de modo similar ao catolicismo) no mundo. No meio dessa briga o artefato conhecido como Maçã do Éden é a chave de sucesso para ambos e este existe até o dias atuais sendo as memória ancestrais de Cal como Aguilar, a chave para encontrá-la nos dias de hoje.

Temos no enredo uma boa narrativa e que se encaixa sem tentar ser complexa como uma década de jogos e livros permitem, contudo, o filme começa a dar algumas escorregadas no seu terceiro arco. Um dos meus temores era sobre o Animus devido o braço mecânico, contudo, assistindo ao filme torna-se natural e compreensível essa liberdade criativa na máquina.


Quando falamos das cenas no passado o filme se sobressai, e mais ainda a águia que dá seus rasantes sempre que pode. O figurino está fiél ao estilo criado para a franquia e Aguilar nos passa uma sensação de reunir elementos dos diversos Assassinos famosos da série como a determinação de Altair e os sentimentos de Ezio.

Como filme, Assassin's Creed não faz feio, porém, poderia fazer melhor. O filme consegue fugir da zona do flop mas acaba deixando de abusar do potêncial alcançado. Alguns momentos poderiam ter sido melhor realizado assim como a conclusão da narrativa que resolveu utilizar o "método japonês". Não sou fãs desse tipo de final, mas, quando se tem motivos para tal, eles funcionam.

Elenco: Michael Fassbender, Marion Cotillard, Jeremy Irons mais
Direção: Justin Kurzel
Gênero: Ação
Duração: 115 min.
Distribuidora: Fox Films
Classificação: 14 Anos

Sobre Wakashimazu

Gamer de nascimento, guitarrista por insistência, se divide em três para dar conta de dominar o mundo da música, dos jogos e dos otakus, enquanto lida com a caixinha de surpresas chamada de vida. Pode ser encontrado no Last FM, na Live ou no fórum!

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