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Vale a pena ler de novo: Resumo da Semana 01/10 a 07/10


Lá vamos nós. Nova semana, vivendo os primeiros dias do segundo ano de Armadura Nerd. Aquele dia 1 de outubro de 2016 foi bem doido, sabe? Não só foi o gatilho pra nossa mudança de ares, mas foi um semi-gatilho na minha vida, inspirando umas pequenas mudanças que fizeram muita diferença no meu estado de espírito. E parece que outubro vai continuar a ser essa época cabalística, porque no pós 1 de outubro de 2017, novamente veio essa onda de querer mudar coisas.

Por enquanto a vida foi a única coisa que ainda não bem mudou. Tá corrida como sempre. Mas a gente vai levando do jeito que é possível, com sinceridade, dedicação, e nunca deixando a peteca cair. E com muitos feels nerds, taí a retrô anterior a de hoje que não me deixa mentir. Entramos na fase de as bases construídas, expandir os horizontes, investir mais na zoeira e sinceridade desse jornalismo nerd moleque, gente da gente.

Mas sempre têm alguma besteira que fica martelando na cabeça, né?


O Fantasma do Segundo Filme vale para vida de site também. "Ok, deu certo. E daqui pra frente?" Você tem um gostinho da coisa e vê que não tá num caminho tão errado assim, afinal as ideias tem vindo, e os contatos, lá e cá, também. Os curtis na página do Facebook, follows no Twitter, inscritos no canal... Eu comemoro cada um, e sempre que desce um numerozinho que seja, morre um pouco de mim também. Foi como eu disse semana passada: nada de criar obsessão com números, mas pero si pero no, eles contam muito na hora de mensurar (tô chique) o impacto que você causa na web. 

Eu tô relativamente tranquila, relativamente feliz, mas tem o grilinho maldito no fundo das ideias que fica dizendo coisas, querendo te empurrar pro abismo da crise existencial e da paranoia. Ainda mais no dia em que eu não deveria, mas fui surpreendida em descobrir que o meu pai conhece a família de um certo alguém. Famoso. Youtuber. Após 28 anos da minha vida eu aceitei o fato dele ser uma entidade superior onipresente que conhece uma pessoa a cada quilômetro, sair com meu pai é como sair com um famoso anônimo. Risos.

Mas é... Aí veio aquela história: poxa, mas ele fez isso e tá assim assado, cozido e frito. Comprou mansão na Barra da Tijuca, a pseudo zona sul aqui do RJ, porque ela nem no sul fica, mas que mora lá gosta de se comportar como tal. O figura montou estúdio e tudo, só com dinheiro fruto da vida de Youtube. Poxa, mas por que você não faz isso também, os caras fazem qualquer besteira e dá um monte de acesso.

Aí é que tá o problema.

Um problema mais paradoxal que a quantidade de Terras criadas por DC e Marvel.


Eu não sei fazer besteira. Eu não sei tomar banho em banheira de Nutella, Nutella é sagrado demais pra fazer isso. Odiaria gastar o meu rico tempo falando de política também. Eu sei, eu sei, política é um mal necessário, mas eu uso da linda democracia que me dá o direito de ficar longe... Desse mundo. E acho muito coisa de patife (não o cara do Rainbow Six, por favor) profissionalizar a problematização, sabe?

Sai uma polêmica real, pipocam os vídeos indo na onda. Ou inventam uma polêmica porque o mundo não vive 24 horas sem uma. É muita canalhice, mas ao mesmo tempo eu não culpo essa gente? Os Cauês, Contentes e Felipes da vida... Eles tão indo atrás de fazer o que o povo quer. E se o público quer coisa ruim... Vamos dar um saco de bosta pra ele comer!

A problematização é uma coisa necessária, mas ela tem hora e lugar pra ser feita. Tem caso que você faz melhor em deixar morrer do que ficar alimentando, e tem outros que nem é pra você se meter, como brasileiro reclamando de "whitewashing" das coisas de anime. 

Infelizmente eu sou honesta demais pra fazer essas coisas.

Vou ficar sem mansão na Barra.

Sempre gostei de fazer as coisas pelo criativo, divertido, uma coisa que me deixe com a sensação de "cacetada, eu fiz um bem pra mim mesma." Infelizmente eu tenho ideais, regras, e sou ótima em não conseguir seguir os conselhos que eu dou aos outros. Mas tô tentando não me acabar, porque o feedback desse primeiro ano de site poderia ter sido bem maior? Sempre pode. Mas ao mesmo tempo tem aqueles easter eggs da felicidade que mostram "nah, cê tá no caminho certo."


Tipo a entrevista com o Hermes Baroli. Cara, eu falei com o Seiya em pessoa. Via Skype, mas ainda assim. Eu amo Saint Seiya, mesmo com todos os erros e as breguices. Gosto até do Ômega, pode me bater. Então ter a chance de conversar com um dos heróis da minha infância parecia um jeito perfeito de comemorar o aniversário do site...

... Mas o resultado foi bem diferente do que eu imaginava.

A entrevista que eu e o Renan fizemos não só foi um momento top 5 das nossas vidas, mas uma lição do quão iluminado o Hermes é como pessoa. Simpático a perder de vista, reagiu super tranquilo a nossa tietagem pré-gravação, e gravou outra coisinha que eu preciso ver com o Renan como que ele vai divulgar, porque sinceridade: quando ele gravou isso eu só queria chorar de emoção.

Na real, quando o Hermes desligou a chamada e eu e o Renan continuamos conversando, a primeira coisa que eu fiz foi gritar no ouvido dele como a boa tiete que Saint Seiya que ele sabe que eu sou. Eu ri, ele riu, a gente ficou em estado catatônico o resto do sábado, mas foi lindo!

Não existe Santander ou Rede Globo pra defender gente feito o Hermes porque... Artista de verdade não precisa de defesa. Ele fala e as pessoas entendem.

Foi um papo com muita coisa divertida, séria e inspiradora, que colocou ele no meu top de pessoas favoritas. E que motivou o Armadura a despertar o oitavo sentido da nerdice! Então nesse mesmo pique vamos conferir como foi a semana, e você, fique com a gente que vai dar bom.

Confia.

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Sobre Bruna

A loca de todas as coisas. Devota de Céline Dion. Mini Wikipedia de Scarlett Johansson Facts.™ Eu gosto de romances como eu gosto do meu café.

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