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Review: Liga da Justiça (2017)

Um dos momentos mais aguardados pelos fãs da DC finalmente chegou aos cinemas. Reunindo Batman, Mulher Maravilha, Ciborgue, Flash, Aquaman e Superman in memorian, finalmente o filme da Liga da Justiça viu o mundo. Vamos á experiência da Liga:

Impulsionado pela restauração de sua fé na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman, Bruce Wayne convoca sua nova aliada Diana Prince para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha buscam e recrutam com agilidade um time de meta-humanos, mas mesmo com a formação da liga de heróis sem precedentes, poderá ser tarde demais para salvar o planeta de um catastrófico ataque.
O filme segue os eventos de Batman vs Superman, contudo, não tema esse fato pois a Liga segue uma direção oposta à essa catástrofe. Com a morte do Superman e com uma ameaça maior estando por vir Bruce Wayne resolve assumir a responsabilidade para combater a futura ameaça. Junto dessa vontade existe também um sentimento de culpa na morte de Kal-El.

Reunião

Com apoio de Diana Prince, Bruce começa a pesquisar potenciais aliados e mantêm seu foco nos personagens que vimos em BvS para formar a Liga da Justiça. Temos um resumo sobre como são eles nesse universo cinematográfico: Ciborgue surge de um experimento após quase morrer em um acidente; Aquaman é visto como um forasteiro que surge para salvar da fome um vila quando a maré sobe, uma divindade local praticamente; Flash tenta provar para seu pai, preso, que ele pode ser alguém e deseja tirar seu velho da cadeia.

Tendo três pessoas para serem recrutadas temos três comportamentos distintos. Flash é o alívio cômico e acaba aceitando na hora o convite ao ver que o tiozão que entrou no seu apartamento era na verdade o Batman. Ciborgue fica no meio termo por temer o que ele possa ser com a tecnologia no seu corpo e como reagiria "voltando ao mundo" com o convite de Diana. Aquaman deixa claro que não quer fazer nada e sai fora nadando, afinal, ele nada quer #tudumtss

A ameaça em comum

Após algumas conversas e o conflito em comum, temos a primeira história sobre o inimigo maior. Na Terra existem três reinos e populações: Amazonas, Atlantis e Humanos. Cada um ficou responsável por guardar uma caixa de enorme fonte de poder chamada Caixa Materna. Juntas elas formam uma energia inimaginável, e claro, em mãos erradas vai dar ...

O responsável por querer reunir as caixas é o vilão SteppenWolf (Born to be wiiiiiillddd!.... Pera!) e a versão utilizada dele é a do Novos 52 (como quase tudo do universo cinematográfico da DC tem sido). O Lobo da Estepe é um "Novo Deus" e sua filiaçãop possui ser irmão de Heggra e tio de Darkseid (a ameaça maior desse universo no final) e foi criado pelo mito Jack Kirby. Isso também o torna capaz de utilizar os parademônios de Darkseid (os insetos do filme que consomem o medo).

A treta da Justiça!

Com as caixas sendo o ponto em comum, e, de certa forma conectando os heróis e o vilão. O Lobo consegue resgatar as caixas das amazonas e de Atlantis, com isso, Aquaman se vê na necessidade de entrar pro time. A caixa da Terra faz com que a Liga se una de vez e bole o plano para poder derrotar o ser que é praticamente imortal. Como vencer sem o Superman?

Temos então um conflito interno de interesses para saber se vale ou a pena encararem esse mal, isso mesmo depois de se reunirem. Mesmo com toda força da Mulher Maravilha, o inimigo ainda é muito para o grupo. Será que Batman conseguirá manter o grupo unido e tirar O plano infalível da batcartola?

Personagens

Como já havia dito em vários lugares esse filme eu fui assistir totalmente aberto e sem expectativas. Nota-se algumas mudanças positivas nos personagens em comparação ao que já vimos. Batman demonstra um lado mais humano em sua racionalidade e ganhou um carisma a mais. A cena inicial da Mulher Maravilha me deixou a sensação dela ter sido mais a personagem nesses minutos do que em seu filme (e o filme dela foi bom).

Flash é o alívio cômico que funciona muito bem e pode melhorar seu desenvolvimento futuramente. Ciborgue foi trabalhado no ar misterioso e essa versão não deu a entender bem como seria sua postura além da raiva que carrega do seu experimento. Aquaman está com outra pegada e essa foi a melhor ao meu ver. Jason Momoa mais uma vez atuou bem em um papel heroico e honestamente espero que não seja injustiçado futuramente como o fizeram com Conan.

Vale destacar um detalhe. Hollywood evita ao máximo cenas aquáticas, e obviamente, temos Aquaman. a Warner se arriscou e não saiu mal. Não abusaram do recurso e se você notou e ficou pensativo, esse é o motivo: por mais que a tecnologia tenha avançado, cenas embaixo da aguá continuam sendo O desafio dos efeitos especiais e que fiquem convincentes.

Waka Talk

Liga da Justiça se saiu bem e olha que tem Zack Snyder na direção. Já dizia minha má linguá "Se o filme der ruim, culpa do Snyder. Se der bom, culpa do Whedon chegando nos 45 do segundo tempo". A conclusão dos lados? Meio termo.

O filme tinha potencial para ser melhor explorado mesmo utilizando a história clichê para reunir a galera. A Warner vem pecando em contar suas histórias. O tom dos personagens deu uma melhorada boa nesse filme, contudo, a narrativa não te faz ter uma emoção pelo que se conta e então nos apegamos em algumas cenas.


O plot do filme acabou caindo em algo que já era previsível, e bem, fez perder um pouco da força que o filme vinha construindo, e novamente, atrapalhou a criação de manter a narração da história. O filme fez um caminho safe e agora pode e deve melhorar para as sequências. E por favor Warner, PARA de deixar os filmes escurecidos, obrigado.

Sobre Wakashimazu

Gamer de nascimento, guitarrista por insistência, se divide em três para dar conta de dominar o mundo da música, dos jogos e dos otakus, enquanto lida com a caixinha de surpresas chamada de vida. Pode ser encontrado no Last FM, na Live ou no fórum!

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