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Vale a pena ler de novo: Resumo da quinzena 03/12 a 16/12

Um som pra gente curtir: Adele - Hello

Hello from the nerd side!

Por motivos técnico-bizarros fiquei ausente praticamente a semana passada inteira. A parte técnica: meu monitor, em pleno fim de ano do dinheiro extra que sempre vai para as contas, e não para farra da gastança, resolveu me deixar na mão. De terça em diante eu fiquei mais perdida que americano tentando vencer o EVO de Street Fighter, enquanto o site contou com o cover estratégico do Renan que cobrem a ele: ele precisa continuar escrevendo.

Mas aí chega o sábado e vem a parte bizarra: O monitor resolveu ligar. Então aqui estamos!

Foram cinco dias sabáticos não por motivos offline cansativos e ao mesmo tempo interessantes. O bom de você manter o coração aberto pras mudanças é isso: elas até atrasam, porque o ser humano é teimoso e demora a admitir que aquilo é o melhor pra todo mundo (até pra ele mesmo), mas chegam. Cabe a você se adaptar e tirar o melhor proveito da nova realidade que elas vão te proporcionar.

Pra mim, a tendência é passar menos tempo no PC e reduzir as longas maratonas. O tempo online, entretanto, será obviamente dedicado a fazer o nosso pseudo jornalismo nerd que é tão melhor do que a Imprensa Especializada (pff). Ainda temos uma saideira de conteúdo pendente para produzir em 2017, umas coisas a programar para 2018, mas as expectativas são boas. Ou caso contrário nunca que nós teríamos esse trabalhão todo.

Muita, mas muita coisa girou no nosso caba não mundão nerd, então ao invés de falar da minha nada mole vida, vamos conversar por alto sobre algumas coisas:

A Capcom Cup 2017
Foi a minha primeira vez. E foi ótima, viu? (#cazalbé.mp3) Meu 2017 não teria sido o mesmo sem os jogos de luta, em especial Street Fighter, e assistir esse verdadeiro Super Bowl dos games foi maneiro por demais.

O título do MenaRD me deixou salgada, não nego. Sou #TeamJapan sem esconder, e ver o Tokido perder o caneco depois de um ano brilhante me deixou sem chão. Até falei no Twitter que não faria texto especial da Capcom Cup... E dois dias depois o monitor deu a tal zica. (Não desiste de mim não, Lord Daigo e Senhor) Mas o garoto é muito talentoso, explora o Birdie (em especial o Bull Horn) de um jeito que lembrar o doido do Itazan com o Gief (e o SPD).

A regra, ela é clara: se o título de qualquer coisa no Street Fighter não ficar com um japonês, se ficar com um LATAM está em ótimas mãos também. Afinal, não tem Mastecard que pague ver todos os americanos sendo eliminados, com Moke godlike mandando Punk de volta para casa. E o Nemo! Ganhou minha torcida de vez pra 2018.

Os brasileiros também renderam uma história. Brolynho acabou não indo tão longe, caiu pra losers cedo após uma luta dramática contra o Daigo e foi de Abigail contra o Punk. Tem umas coisas que eu não entendo nessa vida, mas deixe estar. Já o DidimoKOF fez história e foi longe, fez ótimas lutas, eliminou o Kazunoko e foi eliminado pelo Nemo numa partida bem equilibrada. Valeu, Didi! Que você possa encontrar ainda mais sucesso e sorte em 2018.


Disney comprando a Fox
Um dos rumores mais loucos que eu consigo me lembrar, virou real: Disney comprando a Fox. Você tem noção do que é uma marca ter debaixo do seu guarda-chuva apenas Marvel, Star Wars e Fox? Se existia um limite da loucura, passamos dele faz um longo tempo.

Eu enxergo isso bem pelo ponto de vista dos negócios:

Com Marvel e Star Wars a Disney consegue fazer integrações fáceis, tipo Disney Infinity, e mesmo essas duas marcas tendo conteúdo pesado, ele geralmente fica fora quando o assunto é cinema. Já o caso Fox é complicado... A parte cinema produz coisas até mais adultas que a Marvel (o que não é difícil #pas), e causa um mini pânico pensar no futuro de Deadpool, ou como vai ser Fênix Negra depois dessa.

Mas é uma forma da Disney faturar com produtos diferentes! Ou acha que a Coca-Cola (empresa) só vive de vender Coca-Cola? Tem Ades, BonaAqua, Bacardi, Del Valle, Fanta, Frisko, Kappo... E são produtos atendendo públicos diferentes, as vezes até iguais, dependendo do caso. É que a Disney tem mania de ser intrometida, então a gente fica pensando... Mas é meio como eu vejo as coisas. Quiçá falo disso a fundo em outro momento.

Assistindo Lúcifer e Orange is the New Black
Nesse meio tempo que fiquei offline, acabei trombando (de novo) com duas séries: Lúcicer e Orange is the New Black, que passa na TV a cabo, sabia?

Não tenho nada grande/do outro mundo a falar das séries, entretanto. Lúcifer me cativou mais pela dublagem, que é muito boa e tem Alfredo Rollo como Príncipe dos Saiyajins cramunhão, o que deixa o personagem mil vezes mais interessante. Agora a ideia de diabo bom, ajudando os outros... Você não conte isso pra gerência ou eu vou ser riscada do testamento.

Já Orange is the New Black (que eu assisto enquanto escrevo a retrô), é deveras interessante por um motivo que tava me faltando: drama e fator humano. Hoje em dia é muito sensacionalismo, choque de horror, mortes, pornografia pura e simples, clichês, romances melosos, mimizentos e enjoativos ("saga" 50 Tons de Cinza.. Sinceramente?)... Orange oferece conteúdo sem depender de poderes, que eu gosto, mas tudo em excesso cansa, a dublagem é boa dublagem e +18 como não poderia deixar de ser...

Não vai virar minha série favorita, mas enquanto eu não encaixo um momento pra assistir todos os episódios de Agents of Shield que saíram, tá sendo um ótimo passatempo.

Uns comentários sobre a Xbox Mil Grau
Mais e mais a XMG vem ganhando nome na cena gamer brasileira, por motivos que não cabem nessa retrô. De um lado, os admiradores que gostam do que o canal diz, defendem os argumentos, são a base impulsionando esse povo, e do outro vem quem odeia, faz piada, critica processa, etc e tal. E eu tô no meio, só de olhando.

Chief & cia têm bons argumentos. Nem precisa ser "caixista" pra ver, basta ter bom senso. Um pouco que só. O problema e bloqueio meu com eles é a forma de passar os argumentos... No fim do dia isso torna eles nem tão diferentes de quem criticam. É difícil: com a Imprensa Especializada (pff) e fãs não só dá pra dialogar na base da bicuda. Porém rebater sensacionalismo com sensacionalismo.. Não dá, sabe.

Você tem todo direito de quebrar coisas, xingar pessoas, etc, mas por mais que a outra parte esteja errada, toda ação tem reação. Não precisa ser "sonysta" pra considerar uma babaquice sem tamanho quebrar um PS1 autografado pelo Hideo Kojima, um cara que eu admiro muito.

Ou resumindo: Esse tipo de conteúdo é um saco, e eu prefiro é ficar longe dessa gente. Prefiro ficar aqui na casa, cuidando das nossas casas e dominando o mundo.

O único vídeo que você precisa ver essa semana
Sério. Vai por mim:


Por fim, saudade de dizer isso: Vamos clicar?

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Sobre Bruna

Entusiasta dos jogos de luta, indie e mobile. Mini Wikipedia de Scarlett Johansson Facts™. Publicitária cuja alma foi vendida aos antigos espíritos marketeiros do mal. Praticamente um Mumm-Ra.

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