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Vale a pena ler de novo: A última retrospectiva semanal de 2017

Um som pra gente curtir: Sia - Santa is Coming for Us

E chegamos a ela. A Última retrô de 2017.

Como definir esses 300 e tantos dias?

Eu posso usar um milhão de palavras (incluindo um punhado de xingamentos) pra definir o meu 2017: Um ano bem sabático, caótico, mas no meio disso tudo deu pra se divertir, porque não tem como ser de outro jeito. Ainda mais com o primeiro ano de vida do Armadura Nerd, com site, canal, podcast, e perspectivas positivas/promissoras para 2018.

Você, que nos presenteou com seu aceso, muito obrigada. Nâo é difícil falar pro vento na internet, mesmo a WWW sendo enorme. O mundo nerd é mega concorrido, e com tanta gente criando coisa ruim, nós que tentamos ficar do lado honesto da coisa, sofremos por causa dessa boa intenção. Afinal, de boa intenção o inferno tá cheio...

O "tenso", é: Não sabemos fazer diferente. Então vamos teimando, trazendo as nerdices sob um ponto de vista bem melhor que o da Imprensa Especializada (pff), né?

Você fã casual, nós não te ignoramos. Todo mundo que quer começar curtir esse montão de coisa tem de partir de por algum "lugar," e aqui no Armadura Nerd você sempre terá uma opção: cinema, com os blockbusters e filmes menores, os jogos indies e AAA, os jogos de luta nos eSports, pra lembrar ao povo que existe mais do que LoL e CS:GO, e por que Marvel vs DC, quando pode ser Marvel + DC?

Você que já "é da classe," também não fica, e nem vai ficar de fora. Temos os nossos momentos de ir mais de cabeça nos conteúdos, discutindo assuntos clássicos, polêmicas, fazendo aquelas referências nível Steve Rogers de compreensão.

E como é a última retrospectiva semanal de 2017, decidi fazer um top 5 de coisas que aconteceram e marcaram bastante o ano. Vem comigo.


1) O primeiro ano envolvida com os jogos de luta foi incrível
Em 2014 eu descobri os eSports com meu TCC sobre a indústria de games, e fiquei encantada após a final de BlazBlue no EVO do mesmo ano. A partida Garireo x Dogura foi melhor que muita final de Copa do Mundo, mas dali pra frente eu fiquei meio on, off, on, off, até vir o Invitational da ELeague esse ano. E daí pra frente foi só amorzinho.

A FGC, mesmo com tanto problema, é a melhor comuna dos eSports. Nenhuma é tão diversa, bem humorada nível Paulinho Gogó, e rica em histórias. Assistir a Capcom Pro Tour foi 500% divertido, xingar e torcer nas finais do Bam9, Abuget Cup, Evo, Canada Cup, Capcom Cup, até do Brookyln Beatdown. Vibrar com os anúncios de personagens e jogos, Skullomania, Geese, Sakura. O tanto que eu aprendi sobre tudo, Injustice, Tekken, BlazBlue.

Me diverti muito e cresci como produtora de  conteúdo.

Pode contar que 2018 de onde saiu o que você leu/viu, terá mais coisas.


2) Fiquei realmente fã da Sia (e da Adele)
Preconceito só leva você a um lugar: A Burricelândia. Eu tinha cisma em não querer ouvir Sia nem Adele, mas me afastando do heavy metal, a chance surgiu, eu abracei e nunca me senti tão agradecida por ter feito isso, pois a Sia é tudo de bom. O que isso tem a ver com as nerdices? Tudo: Nunca deixe o preconceito impedir você de curtir alguma coisa.

Me impressiona do quanto as pessoas ficam apegadas em criticar as coisas, e não em curtir elas. Liga da Justiça, por exemplo: Não foi um filme digno de 50 estatuetas do Oscar, mas o diabo nem era tão feio assim. Idem Ghost in the Shell, que na real foi um dos melhores filmes desse ano. Mas você só vai saber se o negócio é bom, experimentando! Literalmente.

Às vezes a jornada é divertida como tem sido comigo e a Sia, ou comigo vendo Orange is the New Black, ou pode te matar de desgosto a exemplo do que foi comigo, fã absoluta de 24 Horas, assistindo saiu 24 Horas: Legado. Mas esse é o legal da vida - Nada nunca tá 100% definido.


3) 2017: O ano da invasão feminina
Nas nerdices são boas, mas com a invasão feminina elas ficaram melhores ainda. As minas invadiram tudo: os jogos, a TV, cinema, mesmo as HQs. Tiveram as irmãs Danvers em Supergirl, a Sara Lance em Legends of Tomorrow, e o núcleo feminino de Agents of Shield é maravilhoso. Tem a Jane em Blindspot, as irmãs Earp em Wynonna Earp, e se falarmos de cinema, ha.

A nova Lara Croft já levou um pedaço do meu coração tiete, e as vilãs maravilhosas que foram Rita Repulsa e Hela tem passagem VIP, pois verde é a cor da maldade. Dafne Keen em Logan, Charlize Theron em Velozes e Furiosos 8, Atômica... E eu tô evitando falar de Ghost in the Shell e Mulher Maravilha, porque aí sim eu fico tietando até ano que vem. *Senta no cantinho, se segurando*

Eu, como parte pequena, mas parte dessa indústria, fico imensamente feliz e empolgada, e que 2018 pelo menos se iguale nesse nível clube da Luluzinha, pois eu tô adorando. E não só as mulheres na frente das câmeras, mas atrás também. Que nós tenhamos muitas mais Ava Duvernay e Patty Jenkins.


4) Tentando focar no lado bom das coisas
É muito, mega, ultra fácil puxar a atenção das pessoas falando do lado ruim das coisas: que Ghost in the Shell é whitewashing, que Power Rangers não fez jus ao passado, que a Warner errou num filme da DC, que a Capcom é mercenária, etc e tal. Vê a fama do Cidade Alerta, do jornal Meia Hora, Treta News. Sensacionalismo rende um feedback enorme em quantidade, mas:

Tem qualidade?
Rende um momento divertido?
Rende uma reflexão sincera?
Ou o único interesse é causar, sem propor qualquer debate real?

Então.

Eu tomei nojo de pelo menos metade da Imprensa Especializada (pff) e das subcelebridades virtuais que fazem uns vídeos, xingam uma galera, as vezes até falam umas verdades lá e cá, mas só quando interessa. Cansou, enjoou, desgastou. Hoje eu sigo a abordagem do Markiplier, meu único Youtuber favorito: focar no lado bom das coisas na hora de criar conteúdo e de passar ele pra você. O mundo lá fora já é tão ruim, não tem porque a gente trazer isso pra dentro do nosso escape.


5) Evoluindo e expectativas para 2018
Foi um ano difícil, mas divertido. O março cheio dos filmes, que me fez chorar absurdos com Logan, tietar tudo em Ghost in the Shell, morrer de amores pela Gal Gadot, me divertir com Street Fighter, descobrir tantos jogos indies tão bons, dar tantas notícias, fazer tantos especiais que me obrigaram a escrever horrores e eu amei isso, porque escrever é vida.

Ainda tem/teve o podcast. Um sonho antigo era fixar esse podcast (desde o site antigo) e nunca que ia. Esse ano ele começou, engrenou, fizemos a entrevista mítica com o Hermes Baroli nesse link, e tamos aprendendo como fazer esse negócio, eu tô aprendendo a me soltar, falar mais e melhor.

Expectativas 2018? Seu Madruga diria que é prerigo falar disso, mas eu quero muito mesmo manter o nível do trabalho em 2017. Depois de manter, melhorar. Depois, aumentar. Aí é deixar a meta aberta, chegar na meta e dobrar a meta, literalmente.

Mas papo sério: Minha expectativa é continuar por aqui curtindo as nerdices com você, falando umas piadas ruins, sendo sincera, e vendo o bode que sai disso tudo.

Pra fechar, meu obrigadíssima mesmo a Priscila Alanis, uma amiga que sem ela eu talvez nem tinha chegado aqui. Ela me apoiou, tanto, mas tanto, deu dica, ideia, conselho. Isso não é amiga, é mãe.

O Renan/Wakashimazu é café com leite haha 

Ele que me atura há anos, e comprou todas as minhas ideias malucas quando mais ninguém me levou a sério. Aprendemos a lidar um com o outro, ter paciência, o que é fundamental pra qualquer amizade e projeto andar. Amigo de verdade não te puxa pra trás, ele pula do bugee jump contigo, quebra a cara e ainda sai rindo, ha.

E eu ainda tô devendo o review do mangá de Ghost in the Shell, que ele me deu de presente de aniversário... A trollagem? Ela nunca vai acabar.

Mas é isso. 

Novamente, muito, muito obrigada.

Nos trombamos em 2018!

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Sobre Bruna

Entusiasta dos jogos de luta, indie e mobile. Mini Wikipedia de Scarlett Johansson Facts™. Publicitária cuja alma foi vendida aos antigos espíritos marketeiros do mal. Praticamente um Mumm-Ra.

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