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Vale a pena ler de novo: Resumo da semana 14/01 a 20/01


Um som pra gente curtir: Gackt - Until the Last Day

Pode não fazer sentido (ou faz?), mas a segunda semana de expediente em 2018 foi bem mais louca que a primeira. Aquela história toda de trabalhar com planejamento começou muito bem, tem ido bem, mas eu já sabia que em dado ponto desse mês que a coisa enrolaria. E aí, como proceder?

Como eu disse tantas vezes: Sempre tive dificuldade de trabalhar com datas e prazos, mas em 2018 eu decidi parar com isso e agir com mais maturidade. Tudo regradinho e cronometrado também é chato a dar com o rodo, mas um pouco de organização é necessário pra você sobreviver e tirar bom proveito do tempo, até do tempo livre. Inclusive somando isso ao inferno na terra que é viver no RJ, não pude cumprir o Cine Tia Hizaki™ do fim de semana, quer era o filme Vida.

Por que eu contei? No meu planejamento estão tempos separados e sagrados pros filmes e animes. Eu estou assistindo três animes bem diferentes e recomendo todos:

Idolish7, sobre um grupo de idols garotos, e eu nunca me imaginei assistindo algo assim, muito menos gostando (e bem)

Hakata Tonkotsu Ramens, sobre a vida cidade de Hakata, onde 3% das pessoas são assassinos profissionais, um assassino faz crossdressing, e a trilha sonora é boa demais;

- E Kokkoku, sobre uma pedra que pode parar o tempo, uma criatura bizarra que chamam de Arauto, e mais uns conceitos que eu não entendi nada (mas até curti)

Dos filmes, assisti as novas versões de Power Rangers e A Múmia. Gostei de ambos! Comigo não tem esse mimimi de "nem vi e já sei que é ruim," ou assiste e vamos conversar, ou nem fala comigo.

Teve especial de jogo que ficou atrasado, mas calma que eu tô chegando lá. Paciência é a chave disso tudo. Tem até episódio do Papo da Tia Hizaki vindo! Acredita? Em semana de Evo Japan 2018, spoiler: O episódio é sobre jogos de luta, ha.

(Você não achou que eu ia entregar a surpresa antes da hora, né)

Mas não vamos ficar de enrolação! Tem uns negócios pra gente conversar:

A Women's March 2018
No último fim de semana aconteceu a Women's March, que apesar de ter seu coração nos EUA, onde mais movimenta gente, a mobilização foi de proporções mundiais, se estendendo a vários países do nosso planetinha azul. Mulheres de todas as cores, classes sociais, origens, se reunindo em prol de dar voz a quem não tem.

Lutando contra a intolerância religiosa, a violência feminina, racial, o abuso da comunidade LGBTQ, problemas do meio ambiente e ambiente de trabalho, o movimento é interessante, até inspirador para as mulheres e garotas que vivem metidas no mundo nerd, sem dar tanta atenção a outros temas, como muitas vezes eu faço. Tem hora que se você não esquecer como o mundo é podre, quem fica podre é você.

É fantástico ver mulheres famosas subindo no palco (palanque?) e dividindo partes das suas histórias, encorajando, unidas independente de "serem" de estúdios diferentes, emissoras diferentes, porque é normal pensar que mulher nasce rival uma da outra, né?

Umas bonitas que eu lembro de ter visto nos artigos sobre a marcha:

- Caity Lotz e se eu bem lembro, a Maisie Richardson Sellers (Canário Branco e Vixen de Legends of Tomorrow)
- Olivia Munn, Natalie Portman, e a sempre diva, Viola Davis
- Idina Menzel, que quem manja do mundo dos musicais é impossível não conhecer
- Elizabeth Banks
- Lupita Nyong'o
- O apoio pelas redes sociais de outras bonitas feito Jessica Chastain e Brie Larson
- E um digno momento de orgulho sincero por ser a Mini Wikipedia de Scarlett Johansson Facts™ que vos fala

É muito poderoso você, mulher, ver essas mulheres que não precisariam apoiar nada disso, afinal elas estão com a "vida ganha," então "pra quê fingir que se preocupam com os pobres," mostrando tanto engajamento e união. A mensagem que isso manda é linda, vale para todas, da idosa a garota que não encontra nada disso nem dentro de casa... Mesmo com zero chance de conhecer pessoalmente a pessoa favorita que participou da Women's March, é impossível não se sentir mais perto delas, mais reconfortada.

Uma coisa que me irrita profundamente no mundo nerd
Não é nada que tenha me traumatizado e afetado eternamente, se fosse meu tempo de novata nessa vida de internet, até acho acredito que sim. Nós recebemos um comentário até engraçado nesse link de Ghost in the Shell, e eu fiquei rindo de como as pessoas são pretensiosas?

Primeiro é a Imprensa Especializada (pff) em cinema, que se considera a dona do intelecto superior, e tudo que ela disser é a verdade absoluta que você não pode contrariar. São pessoas produzindo coisas super tendenciosas, ditando padrões do jeito que mais é conveniente pra ela$, e o público continua indo, e indo. Depois não podem reclamar da qualidade do jornalismo. É como reclamar do traficante de drogas, esquecendo que ele só existe porque tem quem compre.

Ninguém oferece o que não se procura. Confia. São quatro anos de cadeira na faculdade, vendendo minha alma aos deuses diabólicos da publicidade, estudando essas coisas.

Aí vem a internet, com sua falta de capacidade de pensar sozinha, argumentando com uma pose, uma arrogância que é o mais puro reflexo do tipo de conteúdo consumido. E o que resta pra mim? Rir, claro. Porque eu não dou da mínima pra opinião da Imprensa Especializada (pff) ou pra internet.

Eu me importo sim, é com você, leitor(a) nosso, ou curioso(a) que chegou agora, cansado(a) dessas besteiras (pra não dizer babaquices), querendo mais dessa vida. Aí sim eu me esforço, pra gente sempre ter esse papo gostoso e nerd. Tamos aí na pista.

Um rápido PS sobre Tomb Raider - A Origem
Não posso fechar esse texto sem falar de um dos filmes que mais me anima em 2018: Tomb Raider. É até bem na linha do que eu disse ali em cima sobre Ghost in the Shell - se eu gostar de um filme não vai ter quem me faça dizer o contrário, amo ser teimosa nesse sentido. E eu realmente tô animada em ver esse reboot da menina Lara no cinema.

Primeiro porque mesmo que funcionasse, a versão Angelina Jolie do personagem sempre me deixou meio meh. E eu adoro a Angelina. Então se a personagem passou por esse reboot tão digno nos jogos, e decidiram trazer ela pro cinema de novo, nada mais justo o reboot rolar por aqui. Daí uma atriz que eu não imaginava, assumiu o papel. Jurei por um instante que seria mesmo a Daisy Ridley, mas eu já tô 100% vendida de tietagem pela Alicia Vikander e não tente me puxar de volta...

Isso é divertido demais!

Queria eu que todo mundo conseguisse se divertir mais, e se estressar menos. Cinema não é pra isso.

Então bora lá clicar nas coisinhas da semana que passou?

Ah! Aproveite e solte o play descaradamente em alguns dos nossos vídeos mais recentes:








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Entusiasta dos jogos de luta, indie e mobile. Mini Wikipedia de Scarlett Johansson Facts™. Publicitária cuja alma foi vendida aos antigos espíritos marketeiros do mal. Praticamente um Mumm-Ra.

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