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Vale a pena ler de novo: Resumo da semana 04/02 a 10/02

Um som pra gente curtir: Imagine Dragons - Friction

Eu sei que falo muito desse assunto, quase toda segunda-feira: Achar o equilíbrio no trabalho que nós fazemos. É porque a evolução do projeto é diária, e não tem como evitar esbarrar na mesma ideia de Nós estamos seguindo a meta definida? Nós definimos uma meta? Porque mesmo você tendo uma, a forma de alcançar nunca permanece igual. Isso que torna a vida na internet tão doida, mas bonita.

Quando nós criamos o Armadura Nerd, a minha ideia era viver meu "dia-a-dia nerd" e dividir com você, leitor(a) essa experiência. Isso não mudou, mas a forma de fazer isso deu um giro de 360º. Por exemplo: No site antigo eu adorava escrever sobre polêmicas, me estressar bolando argumentos, foi isso que me fez criar o primeiro blog em 2008.

Numa dessas um texto foi publicado -sem a minha autorização, vale dizer- no Whiplash, o pior site de heavy metal e rock do Brasil. Conclusão: Muita gente me xingou no site, muita gente me xingou no nosso site, disse que eu não "entendia do assunto," que era o Phil Anselmo e a história do white power.

Meses depois eu fiz questão de contatar o Whiplash e pedir a remoção do meu texto, cansei de render views pra um site que eu não suporto. "Poxa, mas o seu texto é tão interessante," eles disseram. Mas do que adianta o texto ser ótimo, se ninguém entende a ideia? É perda de tempo.

Foi aí que eu decidi mudar a minha abordagem. Falar de polêmica é maravilhoso, rende clickbait que é uma beleza -Screen Rant e Polygon são mestres- mas tava interferindo na minha experiência com o mundo nerd, mexendo com a minha ansiedade, tornando a coisa toda numa porcaria irritante. O mundo nerd tem coisa ruim? Tem. Muita? Mas também tem muita coisa legal, que compensa.

Aí eu decidi focar o meu trabalho no Armadura Nerd pro lado positivo das coisas.

Mas Bruna, você sabe que isso pode deixar vocês na desvantagem, né?

Sei. É o preço que eu pago com essa decisão pelo bem dos meus nervos.

Não dá pra competir com Omelete, Jovem Nerd, ComicBook.com, Gamespot, esse nem é o meu objetivo, porque sim, eu queria tornar o Armadura no Messias do Jornalismo Nerd, abrindo os olhos da humanidade sobre os defeitos do jornalismo desses sites, provocando uma rebelião e juntando o pessoal do meu lado. Viva la revolución!

Mas não é nada disso que o público quer.

Em maioria o público gosta desses sites, e defende o jornalismo deles, as vezes hipócrita em apontar o defeito dos outros, mas de não assumir os próprios defeitos, e que insiste em profissionalizar o 'gostar de ser nerd,' Caramba. Não tem receita pronta pra isso.

Duas pessoas podem ter visto Liga da Justiça e uma gostou muito, outra ficou meh. Quem tá certo? Ninguém. Quem tá errado? Quem tirar o direito do outro de gostar/odiar. Principalmente odiar, pois tem essa moda cafajeste de que 'odiar todas as coisas é cool.' Te deixa com cara de descoladão.

(Dica: Deixa é com cara de besta mesmo)

Eu já odiei essa gente. Hoje em dia tanto faz. Não gosto de falar desses sites, e nem gosto que falem comigo deles. Se tem uma coisa que a publicidade me ensinou, é: Ninguém faz nada por acaso, e se eles são assim, é porque o público faz valer a pena. E em time que tá ganhando, mesmo que usando a mãozinha do Maradona, quem é que vai querer mexer? Eu é que fui doida de escolher o lado sincero da coisa.

Isso deixa a vida mais fácil, até porque tudo aqui ainda se resume a mim e o Renan. Isso tudo é muito tentador pra tirar o teu foco, e acaba que você esquece se tinha um, ou qual era. É puxado? É. Em 2017 nós tentamos trabalhar com outras duas pessoas, mas elas não corresponderam em nada, foram irresponsáveis e imaturas, então melhor duas pessoas atoladas de trabalho, do que quatro pessoas que só brigam.

Aqui lembra muito as desenvolvedoras indies: Somos menos que as Ubisoft e Nintendo da vida, mas somos ruins? Nah. Pelo contrário.

Assim eu encerro esse papo que era pra ter falado mil coisas, menos isso. Mas é por isso que a retrô é mágica: Eu preparo uns tópicos, mas na hora de escrever o negócio é confiar no coração das cartas.

Mas pra não dizer que eu não falei das flores, minhas expectativas pra assistir Pantera Negra estão altas e ótimas, e não é tudo no MCU que me atrai. O filme parece interessante, e eu quero muito ver como vão abordar o mix tradição x modernidade. Também tô doida pra ver no cinema a cena onde a Shuri ajuda o T'Challa a perseguir uns criminosos. Aquilo é badass pra boné, Brasil.

Então... Vamos clicar?

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Sobre Bruna

Entusiasta dos jogos de luta, indie e mobile. Devota de deus MOV e Lorde Daigo e Senhor. Mini Wikipedia de Scarlett Johansson Facts™. Eu só jogo um MMO, que é o Trove. Me xinga de tudo, menos de "jornalista."Aí dá briga.

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