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Vale a pena ler de novo: Resumo da semana 08/04 a 14/04


Um som pra gente curtir: Halestorm - I Get off

Num dos (ou praticamente único) grupo de Facebook onde eu participo pelos menos um pouquinho, a galera resolveu criar um podcast e pediu sugestões de temas que pudessem ser comentados. Claro que a zoeira correu solta, mas eu acabei sugerindo um tema/fazendo uma pergunta real sobre Dragon Ball Super, e isso me fez entrar naquelas reflexões nerds-existenciais, que são totalmente aleatórias, mas são interessantes e eu não nego, gosto sim.

Quando o anime começou a ser exibido, eu tinha uma curiosidade sincera, afinal, há quase vinte anos não tínhamos um anime inédito da franquia Dragon Ball sendo exibido nas TVs, pois Dragon Ball Kai e Dragon Ball Z Kai foram mais um bem bolado reciclado que tudo. De começo eu acompanhei muitos vídeos e li notícias, às vezes, mesmo sem assistir, batia o  e m p o l g o u  , mas quando eu tive o contato real com o anime... Não bateu o mesmo sentimento exatamente.

Hollywood se aproveita muito desse nosso sentimento de nostalgia, e a prova disso está na lista quase interminável de reboots e remakes que andam produzindo. Recentemente terminaram a temporada 11 de Arquivo X, e a dita temporada, principalmente o season (series?) finale causou uma ultra divisão entre os fãs. Há não muito tempo (mas eu já nem lembro o quanto), a Fox estreou 24 Horas: Legacy,  a continuação da franquia sem Jack Bauer, o que não seria um problema dependendo do elenco e do roteiro.

Pois bem: O elenco apesar de 50% sem sal, tinha chances de melhorar. O problema é o protagonista ter parecido mais um personagem de apoio, e quem podia ter sido protagonista, ter morrido. Mesmo eu, muito fã da série e tendo Bauer como um dos meus personagens favoritos, tinha aberto o coração para o novo, afinal quem vive de passado não é museu? Mas foi uma bola fora sem tamanho.

Quase a mesma coisa aconteceu com Sakura Card Captors quando o anime retornou, porque eu bem queria ter assistido, mas... Deu um desânimo sem fim de pegar pra ver um anime que agora, em 2018, eu talvez não me identifique tanto quanto foi lá nos anos 90/2000.

O que eu mais ou menos quero dizer com isso? Nada nunca permanece igual pra sempre.

As pessoas mudam... Ou deveriam. E as coisas que se comunicavam bem quando você era criança, ou adolescente, não necessariamente vão "falar a mesma língua" depois de uns anos, por vários motivos. Ou pode ser que sim, então menos mal. Mas isso não precisa ser ruim! O que passou, passou, você não precisa ficar chorando o leite derramado, e se fechando a novas experiências. E eu disso isso pra tudo, nas nerdices e na vida.

Quando eu desisti de assistir Dragon Ball Super, me decidi a procurar outros animes. Foi aí que eu fiz uma pesquis cuidadosa, e achei dois maravilhosos: Idolish7 e Hakata Tonkotsu Ramens. E eu vou te dizer: Não assisto nada tão bom desde a primeira temporada de Attack on Titan em 2014.

É uma regra da vida: Você precisa fechar uma porta pra outra se abrir. Eu amo nostalgia, mas ela nem sempre funciona. É viver/sobreviver das memórias do passado, você não tá criando algo exatamente novo, ou se tentar/tentou, a chance de fazer porcaria é real (vide 24 Horas: Legacy). Tá certo que as novidades não necessariamente podem ser boas, mas é o tipo de coisa que você só descobre tentando.

E o ser humano não é inclinado a arriscar, ele é conservador. Até por isso os estúdios movimentam o mercado da nostalgia dessa forma absurda, pois eles sabem que mesmo o pessoal reclamando, ainda vai ter muita gente consumindo o produto. Não precisa nem ser algo tão antigo: Veja The Walking Dead, por exemplo. Muita gente reclama que a série não empolga como antigamente, mas tem um caminhão de pessoas que ainda torna viável a produção da série.

Heh.

Não existe resposta certa, existe bom senso.

Exceto pelo reboot de Xena sem Xena e Gabrielle. Isso sim era um atestado de burrice.

(Mas vamos lá, clicar e ver como foi a semana)


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Entusiasta dos jogos de luta, indie e mobile. Mini Wikipedia de Scarlett Johansson Facts™. Publicitária cuja alma foi vendida aos antigos espíritos marketeiros do mal. Praticamente um Mumm-Ra.

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