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#E32018: Os jogos indies que foram anunciados (Parte 2)


Na segunda-feira (11) passada, a Pessoa que Vos Fala™ trouxe a parte 1 do resumo falando um pouco sobre os indies que passaram pela E3 2018, afinal, jogo indie é amorzinho. E eu enrolei, me enrolei, vi a segunda parte ficando cada vez mais atrasada, mas conseguimos! Hora de girar pela segunda lista de trailers e comentários com o mais legal que os pequenos apresentaram na E3 desse ano.

Ah! E claro: E a primeira parte do especial você pode ler aqui.

OBS: Vamos ignorar as conferências da Square Enix, que não teve nada nesse sentido, da Sony, que só pensa em Super Realismo Cinematográfico™. Dito isso, simbora.

Hollow Knight

Lançamento: Já disponível
Plataformas: Nintendo Switch


Hollow Knight não é novo, vale explicar. O jogo foi lançado em 2017 para PCs pela Team Cherry, e conta a história do cavaleiro titular que sai em busca de descobrir os segredos do reino de insetos de Hallownest. Nas profundidades desse reino abandonado existem aventuras, a promessa de tesouros e respostas. É daqueles jogos que a Steam marca como "difícil" e "trilha sonora boa", um combo difícil de resistir.


Killer Queen Black

Lançamento: 2018
Plataformas: Nintendo Switch



Genéricos de Smash Bros. não são novidade. E também não significam que são ruins, vide Brawlout. Eu confesso que torci o nariz quando anunciaram Killer Queen Black porque o jogo não parecia ter nada realmente "apetitoso", até que explicaram uma das mecânicas do jogo. E ela soa curiosa:

Muitos jogos do tipo se baseiam em times por cores: Amarelo, vermelho, azul, etc. Em KQB não. Ele terá apenas um time preto no ranking, que manterá o título enquanto não for derrotado. Quem matar o time preto se torna o novo time, e assim nós vamos. Agora o mais interessante ainda: Tudo isso será transmitido constantemente por streaming.

Os desenvolvedores criarão um canal (que bem deve ser a Twitch), e ele transmitirá tudo que o time preto estiver jogando. Então apesar do título permanecer igual, os integrantes do time mudarão. É uma mecânica meio confusa, sim. Mas eu sou a favor de tudo que venha para sacudir a rotina.

Sable

Lançamento: 2019
Plataformas: PC, Xbox One, Mac e PS4



A ideia de Sable não é inédita: O jogo é um "conto sobre amadurecimento e descoberta", e faz isso por meio da exploração de um deserto de mundo aberto. Lembrou a Rey no planeta-deserto de Jakku em Star Wars? Ou do game Journey? Estamos juntos nessa.

Mas ser parecido não quer dizer ser ruim. Jogos de jornadas pessoais sempre me interessam. Bônus se tiver uma protagonista mulher, o que é o caso de Sable. Ela explora monumentos antigos, ruínas, naves espaciais, aprende sobre a história dos habitantes e descobre seu lugar no mundo. Tudo isso embalado por um gráfico desenhado (podemos dizer assim?) que é bonito por demais.

Maneater

Lançamento: Não divulgado
Plataformas: PC


Em 2015 Evolve trouxe uma mecânica interessante: Reunir grupos de cinco jogadores, onde quatro são caçadores e um é o monstro. Maneater quase explora a mesma ideia. A diferença é que você joga como tubarão, num RPG de sobrevivência onde sua maior arma -literalmente- são as presas. Com elas você vai caçar e aproveitar da habilidade de evoluir a medida que se alimenta. Perfeito para satisfazer as suas necessidades Tubarão-escas. (Se você já assistiu os filmes, eu nunca)

Satisfactory

Lançamento: Não divulgado
Plataformas: PC


Satisfactory reúne um pouco do que a galera mais gosta: FPS, mundo aberto e construção. Pense nos gráficos de No Man's Sky (pelo menos isso ele tem de bom, risos), com um jeito de Astroneer e a necessidade compulsiva que você terá de construir, ala Factorio.

Agora o mais curioso? O jogo é dos mesmos criadores de Goat Simulator, aquele jogo bizarro (e por ironia, bem divertido) onde você causa o máximo de dano num mapa de mundo aberto, controlando uma cabra louca das ideias. É sempre bem legal ver os estúdios indies tendo boas ideias assim.

The Forgotten City

Lançamento: 2018
Plataformas: PC


Não é todo dia que um jogo como The Forgotten City me faz ficar wow, mas conseguiram. O jogo é um jogo por si só, baseado no mod de mesmo nome para Skyrim. A história? É intrigante: Nas profundezas de uma cidade romana antiga existe uma comunidade que permanece morta, pois alguém quebrou uma regra misteriosa.

Cabe ao jogador usar um portal para o passado e salvar os habitantes, ou ver as suas mortes num loop infinito. Eu sei, tem um Q cinematográfico, justo aquele meu problema que eu falei lá na retrô. Só que uma coisa é quando isso vem de uma desenvolvedora inde. Aí me bate a curiosidade real oficial.

Mavericks Proving Grounds

Lançamento: 2018
Plataformas: PC


Não tenho muito a dizer aqui. A moda agora é todo jogo ter ou ser um Battle Royale, e nem mesmo os indies estão querendo ficar de fora. No caso de Mavericks Proving Grounds, se você já jogou PUBG e H1Z1, os mais parecidos na questão do gráficos, deve criar algum interesse em espiar esse aqui. Motivo? O jogo terá clima dinâmico, animais e até 400 jogadores, uma "temperada" bem-vinda na jogatina.

Rapture Rejects

Lançamento: 2018
Plataformas: PC


Novamente repetindo o que eu acabei de dizer, outro Battle Royale. Pois é. Mas viu o que eu também disse sobre "parecido não necessariamente ser ruim"? Rapture Rejects é isso: O jogo pegou o Battle Royale e deu sua própria cara: Jesus voltou, levou os fiéis no arrebatamento, e deixou os infiéis para trás na Terra. E eles terão que lutar para sobreviver nesse cenário mais parece ser um episódio de Cyanide & Happiness...

... O que é justo, pois o jogo é feito exatamente pelos criadores de Cyanide & Happiness.

The Sinking City

Lançamento: 21 de março de 2019
Plataformas: PC, PS4 e Xbox One


Pensa num trailer confuso de vago? É esse. Mas juntando as peças, eis o que temos: O jogo se passa no universo de H.P. Lovecraft, então pode esperar muitos elementos de horror. Por ser um título da Frogwares, que produziu a série de jogos de Sherlock Holmes, espere por um título de aventura e investigação numa cidade aberta para ser explorada.

Morning Star

Lançamento: Não definido
Plataformas: PC


Taí uma combinação que você não vê sempre. Morning Star é um "Stardew Vallew post-cyberpunk" pelo motivo mais positivamente bizarro: Os computadores são o solo, e a informação (data) são as sementes. Eu disse, bizarro! Mas soa bastante divertido, até. O PC Gamer tem um resumão que eu recomendo ler, caso o jogo te interesse.

SCUM

Lançamento: Agosto de 2018
Plataformas: PC



Prometo ser a última vez que falamos de Battle Royale. Mas esse aqui é feito por gente conhecida! A Croteam não é bem uma desenvolvedora AAA, mas não é aquela indie megamente anônima graças ao filho mais famoso: Serious Sam. Aqui, SCUM promete ser o Jogos Vorazes da Croteam: Você vai controlar personagens em um programa de TV, podendo receber presentes ou ser ressuscitados pelos produtores do programa. Aquele momento Darwin Project, praticamente.

Bravely Network Online

Lançamento: 2019
Plataformas: PC


Quem critica Pokémon por ser uma literal rinha de animais, tem certa razão, embora seja um pouco mais do que/não exatamente isso. Daí veio Bravely Network Online e fez o que deveria ser feito! No jogo você pode capturar seus amigos e colocar eles para lutar uns contra os outros. Hora de você se vingar, ha! Isso é para quem pensava que Pokémon já era excêntrico o bastante.

E... Woah. Terminamos. Eu sei que deve ter ficado alguma coisa de fora, e se esse foi o caso, culpa assumida. Mas deixe uma OBS nos comentários! Infos, trailers, é sempre bom saber mais e mais dos pequenos, pois se a parte AAA da indústria não me empolga tanto, os indies continuam a conquistar minha atenção seja por um motivo ou outro.

Sobre Bruna

Entusiasta dos jogos de luta, indie e mobile. Mini Wikipedia de Scarlett Johansson Facts™. Publicitária cuja alma foi vendida aos antigos espíritos marketeiros do mal. Praticamente um Mumm-Ra.

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