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Review: Darksiders Warmastered Edition

Fazia um bom tempo que não vinha um review de game grande ou mesmo algum game de console, e bem, em muitas partes tem haver com meu estado de espirito para com a dita imprensa especializada de games (pff). Diferente da grande maioria desses portais, joguei tudo e mais um pouco para poder falar melhor sobre Darksiders, um dos meus jogos favoritos e que há anos esboço escrever sobre.

O que é?


Darksiders é um jogo de ação no estilo hack n' slash no qual controlamos Guerra (War), um dos quatro Cavaleiros do Apocalipse e que acreditando que os Sete Selos que protegem a Terra foi quebrado, e por consequência, isso realiza o chamado dos Cavaleiros, surge no meio da Guerra Entre os Reinos.

O jogo foi desenvolvido pela Vigil Games e distribuído pela THQ, e junto com sua sequência viriam a fazer parte do famoso "Bundle da falência" de quando a THQ veio a declarar falência, e seu visual com cores chamativas, personagens muito bem desenhados e lembrando HQ não é atoa pois um dos diretores do jogo é Joe Madureira. Um dos famosos quadrinistas da indústria norte-americana, e para quem sabe, brasileiro.


História

by RobDuenas
Existem três reinos: Céu com os Anjos e suas divisões, o Inferno com seus trocentos tipos de demônios e o reino dos Humanos e que sabemos nossa fragilidade. Céu e Inferno sempre viveram em guerra, contudo, com a criação do reino dos humanos ficou decidido que a guerra só seria retomado quando a humanidade tivesse condições de se defender.

Quando esse dia chegasse, Céu e Inferno voltariam a Terra para a Batalha do Apocalipse, e assim, os Sete Selos seriam quebras para libertar os Cavaleiros e fazerem o julgamento e punições a mando do Conselho Carbonizado. Contudo a guerra começou sem que os Selos fossem quebrado e por algum motivo, Guerra recebeu o chamado.

Jogando esse história

Ao assumirmos o comando de Guerra vamos descobrindo lentamente o que de fato ocorreu e ajudamos o Cavaleiro a realizar sua vingança para provar que é inocente. o Conselho Carbonizado o julga culpado e lhe dá a chance de provar a inocência. Um vigia é colocado para ficar de olho em suas ações e garantir que o foco não seja perdido. Começamos então sem os poderes total do Cavaleiro.

Seguindo a formula clássica dos jogos de ação iremos explorar diversos cantos do mundo onde já não se pode dizer com tanta clareza em que Reino estamos após as consequências da guerra iniciada precocemente.

Conforme avançamos e vamos recuperando a força de Guerra também vamos recebendo alguns upgrades para auxiliar na missão. Ao encontrarmos o demônio Samael na Encruzilhada (que tremenda referência clássica essa aqui) é que começamos a notar como Guerra realmente virou um peão manipulado pela vontade de terceiros. Isso fica barato? Jamais...

É seguro dizer que enquanto jogamos em torno de 80 à 90% da campanha nós não temos mais detalhes da história. Isso vai deixar com que você faça seu julgamento sobre quem de fato iniciou a guerra: Céu ou Inferno? Ainda mais depois de vermos o Céu perder seu grande líder, Abandon.

Quando o plot vem, surpreende. E quando pensamos que a coisa já estava ficando absurda e casando bem eis que vem um plot em cima do plot e nesse ponto, se você ainda não havia se tornado o Guerra, agora se torna de vez e apenas quer ver o Cavaleiro terminando sua missão.

Ao finalizarmos o jogo, e se você já jogou o Darkisders II, a ligação do fim do primeiro com o início do segundo tem sentido e uma nova jornada nos aguarda no comando do irmão de Guerra e também Cavaleiro do Apocalipse: Morte.


Considerações finais

Com todo um lado fã gritando, não tem como negar que Darksiders foi um dos melhores hack n slash da sua geração quando saiu para PS360 e PC. O jogo peca um pouco na jogabilidade em alguns momentos de pulo e combate, especialmente no primeiro ponto.

Visualmente já era um jogo bonito, não considero mal envelhecido se jogarmos o original, e na versão Masterizada ficou ainda melhor. As CGs após derrotarmos cada chefe estão ainda mais bonitas, e, se houver melhoria no Xbox ONE X deve ficar ainda mais sensacional.

A versão detonada foi a de Xbox ONE e os 1000G estão na conta, afinal, o objetivo era ser um Verdadeiro Cavaleiro!

Sobre Renan

Gamer que joga, escreve para gravar e a vida lhe fez fazer tudo que nunca pensou em fazer. Perito na discórdia por ter opinião, Renan também disse que nunca se referir a si mesmo na terceira pessoa por fugir da fama. Renan vem fazendo bem isso ¯\_(ツ)_/¯

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