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Vale a pena ler de novo: Resumo da semana 17/06 a 23/06


Eae você.

Parece que foi ontem quando saiu a primeira retrô de junho. Baita mês corrido! Eu sei que clichê de dizer isso, mas há tempos que os dias correm mais e mais e mais, e se você não acompanhar que seja 10% desse corre, a vida complica e bem. Infelizmente é um problema da vida moderna que dá pra amenizar, mas não se livrar 100%.

Eu continuo na minha fase sabática. Tô tentando ao máximo equilibrar a sapatada de trabalho de toda semana no site e na vida offline, as crises pessoais, os problemas de família... Não tem outro jeito. É isso ou cair de novo em situações que eu não quero mais, como stress tão intenso que me deixou de cama, a depressão... A vida atual não tá perfeita, perfeita, mas já foi bem pior. Mas eu tô dedicada a não me deixar vencer, o que outras vezes eu não fiz.

Por isso aquelas pendências ainda vão demorar a sair. O Game & Música já foi, e ideias pra escrever não me faltam, principalmente de cinema, jogos indies e o mercado de jogos mobile. Entretanto, até eu achar um jeito de produzir tudo sem me matar e que fique bom, as críticas de jogos, HQ, revista, e etc ficarão na gaveta até segunda ordem.

Então pode ter dias que o ritmo por aqui fique meio estranho, mas... São tempos estranhos. Mas o meu coração ainda está nas cartas, pode confiar. Vamos então aos temas da semana?

Adeus SK Gaming, olá MiBR


Para quem vinha mais ou menos em dia com as notícias, o anúncio surpreendeu um total de 0%. Mas ainda assim bateu o empolgou! No último sábado foi confirmado que a lineup da SK Gaming, vindo numa treta sinistra com a organização, será o novo esquadrão da Made in Brazil, tag histórica do CS:GO brasileiro.

Eu gostei, sinceramente. Mesmo sem o TACO e o fnx, não dá pra negar que esses cinco têm um baita de um carisma, ainda mais com o FalleN-pai-de-todos sempre junto. Tive uma época animada de ver CS:GO, depois esfriei, mas essa novidade -e a ESL One BH- deram a coçadinha mental na vontade de voltar a ver as competições e torcer pela MiBR. Então só vamos!

Não importa o que passou, o que importa é o potencial que esse time tem daqui pra frente.

Pitacos sobre Aquaman e Homem-Formiga e a Vespa


É tradição da humanidade zoar o Aquaman, mas o Jason Momoa meio que mudou isso, o que foi bem legal. Sobre o filme solo dele, é difícil ter ideia do que esperar, mesmo com os bits de info que saíram. Minha esperança é do filme ter uma boa interpretação da mitologia marinha, um dos meus temas favoritos. É muito rico. Meu interesse nisso é maior do que na Mera... Um verdadeiro milagre.  (Ha)

Homem-Formiga e a Vespa é aquele filme improvável. Primeiro eu não quis ver. Depois quis. Aí eu não quis de novo. E eu quis de novo. Não vi o primeiro, e não tem nada realmente tão interessante pra mim nesse filme que não seja a Vespa, heh. Mas com reações dizendo ser "a melhor sequência do MCU desde Soldado Invernal", bateu a curiosidade real. Soldado Invernal é meu filme favorito. E ficou ainda mais difícil não gostar da Evangeline Lilly.

Daigo abençoe minha carteira, pois tá difícil. Fim de julho ainda tem Missão: Impossível - Fallout.

O projeto gamer que foi premiado em Cannes


Durante o fim de semana eu fiquei sabendo de algo que fiz questão de trazer pra conversar na retrô. O projeto #MyGameMyName, da ONG americana Wonder Woman Tech foi premiado com dois Leões no Festival Internacional de Criatividade de Cannes 2018. E isso é maneiro por demais, por todos os motivos do mundo.

O projeto tem como principal objetivo falar do preconceito que as mulheres sofrem dentro dos jogos online. É um assunto mega importante, óbvio, mas que precisa ser dito sempre. Ele ainda incentivou jogadores e streamers famosos a colocarem nicks femininos em partidas para ter uma ideia do que é ser mulher dentro do mundo gamer.

O resultado você pode ver aqui:


E tivemos Brasil aí. O My Game My Name teve participações de várias brasileiras, entre elas Bárbara Gutierrez, Nicolle "Cherrygumms" Merhy, e Malena. Meu novo projeto favorito. ❤


Videogame é doença?


Esse é um assunto polêmico... E colocaram lenha na fogueira recentemente. A OMS classificou o vício em videogames como doença, o que é a coisa mais óbvia do mundo. Todo vício é uma doença e precisa ser tratada. E sim, ela acontece nos videogames, por mais que tenha muito gamer aí fazendo pouco caso e dizendo que não é bem assim.

Será que ninguém nunca ouviu falar das histórias reais dos viciados em Warcraft? Ou de Honor of Kings (o Arena of Valor), que na China alcançou status de doença, inclusive causando mortes? E isso é só a ponta do iceberg.

Gostei de uma coisa que o Ninja falou sobre o assunto: Se uma criança consegue manter boas notas, a convivência com a família, e uma vida normal, passar um tempo extra jogando não tem motivo pra ser taxado de doença. E é basicamente isso. Se a pessoa conseguir manter a vida num ritmo saudável e conciliar com a jogatina, por que parar? O mundo é livre. 

Entretanto, nós não podemos ser hipócritas em admitir que existe sim gente viciada em jogos. Gente que esquece escola, trabalho, família, amigos, perde todo dinheiro nisso, se desconecta da realidade, podendo ter efeitos ainda piores. Videogame deixa as pessoas violentas? As pessoas erradas, sim. Por isso a OMS está certa.

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Sobre Bruna

Entusiasta dos jogos indie, mobile e de luta. Mini Wikipedia de Scarlett Johansson Facts™. Publicitária. Em terra de plagiador, quem tem conteúdo original é rei ou otário?

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