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Review: Revista Warpzone - Edição #4


Depois de um longo tempo onde a minha lista de pendências só aumentou, hoje é dia de quitar mais uma nerdice. Então sim, nobre padawan, hoje teremos review! Mais exatamente, vamos falar sobre uma publicação brasileiríssima, gamer e bastante legal: a revista Warpzone.

O que é a Warpzone?


A Warpzone é uma editora especializada em publicações de jogos. Em papel. Em tempos de internet e e-books uma editora se aventurar assim é corajoso, admirável, se não for até meio arriscado. Será que o público atual se acostumou tanto a consumir textos sobre jogos em sites, que as revistas não têm mais sentido? A Warpzone prova que não é bem assim.

Bruna, elas devem ser caras pra caramba! Boas novas: não são. Tirando os especiais e promoções, que são mais caros, nenhuma publicação da Warpzone passa os R$ 30. Pra você que curte jogos, mas vive gastando dinheiro com besteira, taí um jeito de investir seu dinheiro em algo mais legal.

A edição que eu recebi


A edição #4 da Warpzone é um compilado gostoso de temas nostálgicos, que falam certo e direto com o público alvo: a galera na faixa dos 25/35 anos, que viveu muitas dessas fases e pode bancar encher uma prateleira de revistas e livros das nerdices. O material tem qualidade não apenas no papel como nas cores - é tudo bem impresso, vivo e colorido. Junte o que eu acabei de dizer e a diagramação, e o resultado dá gosto de folhear.

Se a revista fala de jogos atuais? Fala. Entretanto, é de um jeito na medida que não quebra a ideia de "warp zone": o portal/teleporte em um jogo que leva o player de um ponto a outro. É exatamente isso que acontece. Daí você tem uma misturinha boa de Splatterhouse com Cuphead, e os 20 anos de Resident Evil 2 com Super Mario Odyssey. Têm outras coisas, mas eu não vou dar spoiler, claro. Vou deixando as imagens nesse post e o merchan descarado pra lojinha, onde você acha a revista.

Minha parte favorita


Não deu para escolher só uma, então vou com duas. A primeira é o especial do Mario. Fugindo do clichê de falar dos jogos famosos, até porque são tantos que renderiam umas 50 revistas, a matéria de capa opta pelos jogos menos conhecidos. Isso enriquece e agregando valor ao produto final, fazendo as crianças grandes relembrarem momentos esquecidos, ou conhecerem uma curiosidade nova.

A outra parte foi o review de The Punisher. O texto é curto, faz uma apresentação objetiva do jogo de Mega Drive. O que eu realmente gostei foi a forma como diagramaram todos os elementos, ficou demais. E é interessante como hoje em dia a Marvel simplesmente não emplaca nos jogos, mas na década de 90 até meados dos anos 2000, teve de um pouco de tudo - Justiceiro, Homem-Aranha, X-Men, Quarteto Fantástico, etc.

Vale a compra?


Vale. Eu tenho o pé eterno nas eras antigas dos jogos, adoro relembrar e porque não, conhecer coisas novas. E a Warpzone oferece um material não só informativo, como também com valor colecionável alto. Não bastando tantos fatores legais ainda tem o de ser brasileira, e se incentivar bons trabalhos é uma coisa que aquece o coração, quem dirá quando são bons trabalhos da casa brasileira.

Site oficial: warpzone.me

Sobre Bruna

Entusiasta dos jogos indie, mobile e de luta. Mini Wikipedia de Scarlett Johansson Facts™. Publicitária. Em terra de plagiador, quem tem conteúdo original é rei ou otário?

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