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Vale a pena ler de novo: Resumo da semana 01/07 a 07/07


Eae você.

Junho se foi, entramos em definitivo no mês das férias... Mas não aqui. Aqui o trabalho é mais certo que especial de natal do Roberto Carlos... Ou nem tão certo assim, mas a gente se esforça. O negócio é bom de fazer, apesar de tudo. Foram 30 dias esquisitos, filosóficos e tretosos, com boas ideias, nem tanta ação, e rage, muito rage. A internet é um lugar rico, complicado e nem tão agradável se de viver 100% do tempo. Igualzinho o dia-a-dia.

Mesmo na grande rede, nem tudo sai sempre como se quer. Só que a retrô? Ela sai sim. Os textos da primeira, segunda, terceira, quarta e quinta semanas não me deixam mentir. E isso é muito legal, pois de tempos em tempos (como agora) eu penso na ideia que eu tive quando criei o Vale a pena ler de novo e como ele evoluiu comigo, saindo da ideia inicial. Isso é que é bacana: você abrir o coração para as mudanças, grandes ou pequenas, e curtir a viagem.

Então me dê a mão, vamos fugir dessa terrível escuridão e falar sobre coisas. Tem um pouco de tudo, e se você sentir cheiro de treta... Vamos ter isso aí também.

A nova polêmica com a Xbox Mil Grau


Chega uma hora na vida que você precisa aprender a desistir. E eu desisti, oficialmente, de acreditar que um dia a humanidade irá olhar o colapso da internet e pensar: que merd* nós fizemos? A situação não é boa, e a tendência é ficar cada vez pior.

Por tempos a grande rede foi escape para a podridão do dia-a-dia, mas agora não dá para criticar muito a TV e os jornais. Sobra gente despreparadas para ter o poder que uma plataforma dá. Sobra gente sabendo exatamente o tipo de coisa que o público gosta, e dá isso pra ele. Você pode culpar o traficante, mas não pode esquecer que ele não existiria se não tivesse usuário. Cúmplice.

Hoje pela tarde eu li isso aqui. Depois isso aqui. Não quero saber para quem foi, ou o motivo. Mas é extremamente complicado. Houve um tempo, breve, que eu gostei do conteúdo da Xbox Mil Grau. Concordei com várias críticas feitas ao jornalismo de games, pois esse tá difícil também. Concordei com a manipulação de informação feita contra a comunidade de Xbox. 

Mas a XMG tem dado mais motivos para o pessoal se apegar ao que eles fazem de ruim, do que a parte boa. E é um risco: pense numa comunidade carente de uma voz. Aí surge a voz. A idolatria se torna tão grande que você não mais questiona o que essa voz fala. Isso cabe para Mil Grau, os fãs de PlayStation, jornalistas de games, a IGN, o 99 Vidas, a Satty... 

Onde foi que nós erramos?

A (outra) polêmica que eu não terminei de falar sobre


Não pense você que eu esqueci de continuar esse Comentando, pois eu não esqueci. Falta as órbitas dos planetas se realinharem e rolar o tempo de editar a parte 2, já escrita. Eu tô doida pra liberar esse texto e trocarmos mais ideia sobre o assunto, mesmo dando uma ponta de tristeza por ter visto o povo falar -mal- de uma atriz favorita minha.

Tô tentando não temer falar de polêmicas quando me sinto a vontade de fazer isso, e esse foi o caso. Plus, foi a chance de combinar assuntos "não-nerds" como publicidade e marketing no mesmo pacote, algo que eu sempre quero fazer e raramente tenho chance. Spoiler? Isso é só o começo do que fé em Lorde Daigo e Senhor, vamos ter mais por aqui

Vários comentários sobre Overwatch


A Blizzard fez história com Overwatch: mesmo quem não joga, gosta do jogo. E ele rende buzz com tudo que faz, seja confirmando que a Tracer tem namorada, o anúncio da Sombra, do Hammond, o hamster que mais lembra o Rocket Raccoon, anunciando o time brasileiro pra Copa do Mundo. É difícil não sentir empatia pelos personagens, mesmo sendo um jogo difícil de assistir.

Overwatch tem muita informação, me deixa perdida. Mas eu tô tentando acostumar, mesmo achando não vou conseguir. No fim de semana assisti ao Contenders South America, e maravilha! Teve uma das melhores narrações que eu ouvi em tempos. Não conheço a dupla, mas ela me lembrou bastante o Teo José com o Felipe Giaffone na Indy, que sempre será a melhor dupla.

No Contenders SA teve empolgou, explicação tática, bom humor, piadas ruins, que são as melhores... É um trabalho que definitivamente me faz querer voltar a assistir.

Fechando o combo, a Blizzard anunciou hoje que a skin da Mercy Rosa arrecadou U$ 12.7 milhões para prevenção e combate ao câncer de mama. É essa conversa sobre games que eu quero ter. Fora que a Mercy é muito waifu. (Ou bae, por ser personagem ocidental)

Volta o podcast arrependido


Foi muito aleatório, praticamente acidental: gravamos outro episódio do Armadura Cast. Vontade de voltar nós tínhamos, o que não teve foi toda conspiração a favor disso. A conversa pode parecer ter sido meio aleatória, e foi: quando eu e o Renan começamos a falar coisas rola de tudo, de verdade. Tem nerdice, política, marketing, publicidade, humor, denúncia, tudo falado com tranquilidade.

Essa conversa originalmente foi muito maior. Mas só tivemos a ideia de registrar os 44 minutos finais, e deu esse parangolé bonito:


Se vai rolar mais? Não digo que sim nem não, muito pelo contrário. Vejamos o bode que vai dar, mas eu tenho boas expectativas. No meio tempo, que tal você chegar lá no canal e se inscrever, hein? Antes, clique por aqui e veja como foi a nossa semana!

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Sobre Bruna

Entusiasta dos jogos indie, mobile e de luta. Mini Wikipedia de Scarlett Johansson Facts™. Publicitária. Em terra de plagiador, quem tem conteúdo original é rei ou otário?

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