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Vale a pena ler de novo: Resumo da semana 08/07 a 14/07


Um som pra gente curtir: Stratovarius - Under Flaming Skies

Eae você.

Com julho terminando, tem uma coisa que sempre me vem na ideia e não sai: meu aniversário. Dia 6 de agosto. Tem isso de "inferno astral" que o povo fala muito, mas eu não acredito. Entretanto, não posso negar que virou um hábito -até meio inconsciente- de refletir sobre toda minha vida antes do grande dia. Ou é a crise de meia idade já mandando um hello from the other side mesmo.

Um incômodo frequente, e sobre o qual eu escrevi muito nas retrôs semanais é a necessidade que eu tenho sentido de me organizar mais. Na vida e no Armadura Nerd, porque uma vida sem ordem, por menor que seja, não avança. Principalmente quando você tem um projeto: seja uma pequena empresa, um site ou trabalho freelancer, ambos o meu caso. Esse é um dos fundamentos da administração não por acaso.

É cascudo, mas a gente chega lá. O primeiro passo é querer. O segundo passo é partirmos para os temas da semana, pois tem é coisa pra gente conversar. Simbora:

Rainbow Six e Overwatch na luta contra toxidade


Fiquei feliz com duas coisas que eu soube. Uma é o novo recurso de Overwatch - o Procurando por Grupo. Com ele é possível ter mais controle de com quem jogar, e segundo o diretor Jeff Kaplan isso diminuiu nas Américas o chat abusivo em 26.4%. O número diário de jogadores abusivos caiu 28.8%.

E os acertos da Ubisoft com Rainbow Six: Siege continuam. Entretanto, com a Ubi não tem rolado meio termo: xingou no chat do jogo? Uma pena, é ban imediato. E ainda virá outro ótimo recurso: a opção de poder mutar o chat. Obviamente ambos os casos despertaram a ira dos true gamers.

Eles acham que criar um ambiente positivo para os jogadores é politicamente correto. Mimimi. Que ter o direito de mandar o outro para/tomar em todos os lugares é liberdade de expressão. Não é. E se fosse, isso não te isenta de consequências. As empresas querem seus jogos crescendo e vendendo. E se você não mantém uma boa base, os lucros choram.

Por isso eu passo longe de multiplayers: idiotice. Se é para me estressar, que seja com a vida real, não com games, algo que eu gosto tanto. Mesmo o Trove, único multiplayer que eu realmente jogo, deixo o chat global desativado. O % de marmanjo no jogo dos bloquinhos é grande... Dos idiotas também. O pouco que eu vi do chat global foi para nunca mais.

O ser humano é idiota, e certas coisas ele só muda se tiver um empurrãozinho, então as empresas têm mais é que intervirem mesmo. E ainda acho pouco, por mim seria perda de conta definitiva ao estilo Google Adsense: a partir da hora que o sistema detectou algo similar a conta anteriormente banida, é ban imediato de novo, e só lamento o dinheiro gasto na compra do jogo. Quem manda ser imbecil?

Rub & Tug: após polêmica, Scarlett Johansson deixa o projeto


O Comentando em duas partes não traduziu os 100% da minha decepção. Era claro que com Rub & Tug (espero ser a última vez escrevendo esse nome pavoroso) a Scarlett entraria numa furada federal.

Primeiro: o filme seria dirigido pelo Rupert Sanders, um dos três de diretores que eu menos suporto junto com o Joss Whedon e o Daniel Espinosa. Segundo, a polêmica -justa- de ser uma personagem trans vivida por alguém não-trans. Os dias passaram, a angústia no coração tiete aumentou, eu até já tinha me dado por vencida.

Mas aí os céus tietes me ouviram, e a Scarlett saiu do projeto. Mais ainda: ela pediu desculpas pela declaração inicial, que tinha sido insensível. (E me caiu a cara, realmente foi) Ela daí falou que aprendeu muito com o caso e respeitosamente decidiu sair do filme, e poucas vezes eu me vi tão feliz na vida. Vá f*der com outra carreira, Rupert Sanders.

Ninguém nasce com consciência social. Todos nós somos inclinado a termos preconceito, uns mais, outros menos. Mudar ou pelo menos amenizar isso leva tempo. Nem todo mundo quer. Discordar não significa agressão, física ou verbal. Ou insensibilidade. E ter a postura pública de reconhecer o erro é raro, e lindo. Vamos focar em Jojo Rabbit e Vingadores 4 que é sucesso.

A premiere mundial (e sucesso) de Missão: Impossível - Fallout


Toda tietagem do mundo é pouca: Fallout tá chegando! O que pra mim promete ser o filme do ano (desculpa, Guerra Infinita) vem me deixando nervosa. A estreia no Brasil é em 26 de julho, mas eu só vou poder ver em agosto porque... Dinheiro. E acontece de ser o meu aniversário, então melhor ainda. Como faz pra aguentar até lá, e dibrar os spoilers, não me pergunte.

Meu caso com a franquia Missão Impossível começou de um jeito besta: pelas tantas vezes que eu e minha mãe falamos sobre gostar mais do Tom Cruise que do Brad Pitt. Aí a brincadeira cresceu. De um filme eu vi dois, de dois eu vi três, maratonei os MI, vi os dois Jack Reacher, que são ótimos, já conhecia Dias de Trovão e etc. Até Oblivion que é confuso, eu adoro.

Fora que, do ponto de vista empreendedor, Tom Cruise é fantástico. Dá pra contar nos dedos quantos atores conseguem brilhar como protagonistas, e ainda assim dar espaço pra todo elenco ter a sua vez, sem estrelismo. Ele entende o valor do trabalho organizado, dedicado, e nessa franquia todo ator/atriz que entra sempre é bem utilizado, mesmo se o papel for pequeno.

Tá raro na vida em geral alguém com tanta e consciência e profissionalismo. E o galerê tá rasgando elogios a Fallout, o que me deixa empolgadíssima. Ethan Hunt é um dos meus personagens favoritos, junto com Jack Bauer. E o Tom seria alguém com a qual eu adoraria trabalhar:


Filme da Viúva Negra... Agora realmente vai?


Corre a informação de terem escolhido a diretora do filme da Viúva Negra. Eu adoraria que fossem os irmãos Russo ou o Christopher McQuarrie, meus diretores favorito, mas eu 200% apoio que seja uma mulher no projeto. Fora que tem toda uma sacada pra colocar a Marvel Studios muito bem na fita.

Antes eu criticava a demora, mas agora eu entendo. Não aceito, porque o lado tiete é insuportável. Só que veja: a Viúva não é uma moça bela recatada e do lar estilo Steve Rogers, uma boa vida ala Tony Stark, nem uma deusa (ok, nos meus olhos sim) feito Thor. Ela foi abusada de todas as formas e era vilã, não heroína. E por isso eu amo a Viúva. Ela não faz a coisa certa por causa de valores morais, crise de consciência ou poderes divinos. Isso é clichê.

A Viúva nem tenta ser heroína, eu diria. Ela tem vermelho na jaqueta, lembra? Natasha Romanoff é o exemplo de que mesmo alguém f*dido pela vida pode fazer a diferença. Não precisa de armadura ou soro ou de usar a cortina da mãe. É só abrir o peito pra vida e mandar um deixa vir.

Então agora, com a personagem estabelecida no MCU, é interessante fazer a tentativa. Antes, Capitã Marvel servirá como laboratório para Marvel testar as águas, e sentir como promover o girl power daqui em diante. Podia ter vindo antes? Podia sim. Mas do mesmo jeito eu tô bem curiosa com o futuro. E esperançosa... Não posso negar.

E é isso. Recado dado, eu fico por aqui. Nos vemos na próxima retrô =D

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Sobre Bruna

Entusiasta dos jogos de luta, indie e mobile. Mini Wikipedia de Scarlett Johansson Facts™. Publicitária cuja alma foi vendida aos antigos espíritos marketeiros do mal. Praticamente um Mumm-Ra.

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