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Vale a pena ler de novo: resumo da semana 12/08 a 18/08

Um som pra gente curtir: Edguy - 9-2-9

Eae você.

Voltamos! Mais exatamente voltamos ao formato habitual da retrô enquanto eu não consigo achar as forças de fazer algo diferente. Eu bem queria escrever o tal especial de coisas favoritas que não saiu desde o meu aniversário, mas... Deixe estar. Após uma fase difícil aqui, estamos entrando nos eixos. É questão de tempo até tudo estabilizar de novo.

Diferente da vida offline no modo desgosto, o mês de agosto. Haja energia que eu não tenho tido da onde tirar, sinceramente. Mas o show não pode parar, e a retrô não pode miar. A semana é tão corrida entre as notícias, e por isso esse espaço é fundamental para eu ter algum tipo de contato com o leitor, do verbo você.

Mesmo que nada nunca na retrô faça muito sentido, esse é o charme. É só vir comigo que a tagarelice eu garanto. Vamos lá para os temas da semana:




Vampyr vai ganhar série de TV


Se você nunca ouviu falar de Vampyr, difícil te culpar. O jogo foi lançado este ano, rigorosamente. Só que uma notícia chamou 100% a atenção: foi anunciado que o jogo será adaptado para uma série de TV. Quem comandará o projeto é a DJ2 Entertainment, que já havia anunciado a parceria com a Square Enix para produzir uma série de Life is Strange.

Achei ousado. E ao mesmo tempo mostra a confiança da Dontnod no que faz, para deixar um jogo que mal chegou ao mercado, já fazer a transição. Basta olhar o chove-e-não-molha da série de Halo, que dura anos. Não que Vampyr tenha um tema mirabolante demais... Na realidade ele é bem simples.

O jogo segue o médico vampiro Jonathan E. Reid, cuja sede de sangue faz matar pessoas inocentes. Para fazer isso com sucesso ele deve reunir informações dos alvos, estudar hábitos, coletar pistas, até manter certos relacionamentos. O grande charme da ideia? Vampyr se passa em 1918, com o retorno de Reid da Primeira Guerra Mundial. Como ele retorna? Esse spoiler eu não vou contar..

... Mas que eu adoro a ideia de termos uma série de época, isso sim.

Ruby Rose como Batwoman


Ainda sobre séries, um caso que causou foi a escolha de Ruby Rose como Batwoman. Me custaram cinco sinceros segundos para lembrar que eu a conhecia de Orange is the New Black.. E eu achei o papel até condizente com o perfil da atriz. Mas acredite você: teve gente que não ficou satisfeita? Oh sim, mais uma coisa legal que arranjaram um jeito de reclamar sobre.

De todo mimimi, o que me saltou os olhos foi dela "não ser lésbica o suficiente". Se vamos começar a encarar isso como teor alcoólico de cerveja, vai ficar bem doido. Li que ela vacilou no passado, mas depois de ver o vídeo abaixo, eu fiquei pensando...

.. Toda pessoa tem direito de se redimir, por pior que seja o que tenha feito. Pague o preço, seja qual for. Conviva com a culpa pelo resto da vida, não tem punição maior do que essa. Só que nós estamos negando esse direito a quem realmente quer, ou faz por merecer. Vacilou minimamente? Manda pra fogueira... Exceto se for o Johnny Depp. Se for o Depp você dá o papel de principal em vários filmes e tá perdoado.

Por fim, fica a pergunta: essa felicidade, essa emoção, é justo eu roubar isso dela? A atriz fez mais do que o justo de já deletar suas redes sociais após o anúncio.


O jogador de Destiny 2 com 81 anos de idade


Não gosto de jogos multiplayer. E não pretendo mudar essa opinião tão cedo. Entretanto, um caso na semana me deixou encantada: o idoso de 81 anos que joga Destiny 2 e se juntou a uma galera para fazer a incursão Leviathan de Destiny 2.

Essa é a indústria dos jogos na qual eu acredito. Eu não acredito na indústria que alimenta machismo entre outras coisas. Das brigas infantis entre fãs de consoles. Das comunidades tóxicas que estão em todos os lugares, até onde juram de pé junto que não tem. Das empresas que ignoram o consumidor.

Eu acredito nessa indústria: dos jogos que marcam pessoas, como Hellblade: Senua's Sacrifice. De comunidades unidas e ultra carismáticas, como os japoneses (e os asiáticos, de forma geral) de Street Fighter 5. De idosos que conseguem se sentir parte do "mundo de jovem" e ter uma boa experiência, quando a gente logo trata de jogar eles no asilo mas pé de chinelo possível.

Isso me dá uma ponta, mesmo que pequena, de otimismo com a vida.

A parte que me complica no caso James Gunn


A essa altura do campeonato, quem sabe o que vai ser do diretor James Gunn? Eu é que não sei, heh. Eu sei é de uma coisa que tem me incomodado: o falso moralismo da Disney. Não estou defendendo o que ele fez, que foi errado bagaraio. Merece sim pagar o pato, o ganso, o boi, mas... Agora? Anos depois do ocorrido? Isso me incomoda pela perspectiva de profissional da comunicação.

Nessa retrô eu fiz as contas que mostram a postura hipócrita da Disney. Eu não aceito que o time de RP da Disney, uma das se não a maior empresa do entretenimento, não pescou essa polêmica antes. Eu me recuso a crer e não tem argumento até então que me convenceu. As pessoas já falavam disso na época!

Mas aí é aquela história: vamos contratar o camarada e ganhar uns milhões nas costas dele. Se esse buzu der ruim no meio do caminho, vamos jogar ele na frente do busão. Nunca a marca. Nós somos os santos imaculados, protetores dos ideais mais nobres. Heh, sei.

Esse é o problema. Eu não ligo para franquia Guardiões, mas isso não me impede de ver os erros.

Os Guardiões nada eram, com o Gunn viraram estrelas. Quem vai querer assumir esse pepino? Que não inventem de ser o Taika Waititi. Tá certo que ele seria o mais indicado para manter a vibe, mas o homem está mais do que ocupado com Jojo Rabbit. Deixem o homem em paz.

Vão boicotar o filme? Heh, vão nada. Se boicotarem ao estilo de quem odeia Call of Duty, e no dia 1 do lançamento já está jogando, a Disney só vai ver que tinha razão.

Yo, o recado da semana foi dado. Agora vamos lá clicar :D

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