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Vale a pena ler de novo: resumo da semana 09/09 a 15/09

Um som pra gente curtir: Black Label Society - Stillborn

Eae você. Mais uma semana, mais uma retrospectiva semanal.

Estamos terminando setembro, e tem outro tema que não me sai da cabeça. O aniversário de 2 anos do Armadura Nerd. Sim! No começo de outubro entramos no Ano 2, e em tão pouco tempo já rolou um mundo de coisas, boas e ruins... Mas a gente sobreviveu e tem história para contar.

A nossa visão do que é produzir conteúdo para web mudou muito e é a mesma. Sim, faz sentido. Há anos que a gente sabe da dificuldade dessa vida, que é difícil, mas não impossível. O que a gente não sabia era os detalhes, e sentir mesmo na pele o desgaste que tentar ser a nova Kéfera causa.

Muita gente vem acordando pra isso, que não é um mundo tão colorido assim. Tem muito stress, o povo sofre -depressão, ansiedade- cansa, você trabalha demais e o resultado pode vir de menos. Existe a elite dos produtores de conteúdo, e tal como na vida real, é muita riqueza nas mãos de uma minoria. E essa minoria não vai abrir mão disso tão cedo. Se nunca.

Então essas discussões são muito boas mesmo. É o pessoal levar a sério, ver que tem uma parte bem falsa desse glamour, mas se você quiser entrar nesse meio... Entre. Você vai suar a camisa todo dia, mas é legal! A gente aprende muita coisa e vive umas experiências doidas no meio disso.

Falando em doideira, simbora pros temas da semana?

Henry Cavill não é mais o Superman


demissão de Henry Cavill é outra outro pontinho na bizarra biografia do DCEU. Por um lado dá para entender e até apoiar a decisão de aposentar o Superman um tempo. Ele é popular? É. Querido pelos fãs? Também. Mas eu tenho certeza que a DC Comics não se resume ao personagem. Foi um uso de imagem muito grande por muitos anos. Chega uma hora que cansa.

Por outro lado, a sensação é de que especificamente, o Super do Cavill não atingiu todo seu potencial, seja qual ele fosse. A conversa é de que o foco será Supergirl, com seu filme em desenvolvimento, e que o DCEU passará a ser mais feminino. E isso me preocupa de um jeito preocupante.

Ter um universo cinematográfico orientado para as mulheres é ótimo. O problema é que isso tem de ser feito de forma natural, e não porque deu certo uma vez, vamos repetir outras 50. A sensação que a Warner me faz ter é essa. Mulher Maravilha foi sucesso por ser mais do que uma heroína no papel de protagonista. Tinha uma mensagem e uma razão para o filme existir.

Já as personagens femininas de Esquadrão Suicida, salvaram o filme de ser o que é? E olha que num filme com Viola Davis no elenco, você não espera que vá dar errado. Mas quando o desfile já começa errado na criação do samba enredo, dá nisso.

Desse jeito eu acabo concordando com a Marvel demorar dez anos para fazer um filme de heroína, o que é outro absurdo, mas ainda soa menos mal planejado do que isso. Bem menos.

Opiniões sobre a classificação etária (oficial) de Venom


O martelo bateu, e Venom terá classificação PG-13, a padrão da maioria dos filmes de super heróis. E isso é ao mesmo tempo uma coisa que eu entendo, mas ao exemplo acima, me preocupa. Embora não tanto.

A Sony ter ido com o PG-13, quando o diretor panfletou tanto sobre a violência do filme, é confuso. O motivo foi manter aberta a possibilidade de uma briga com o Homem-Aranha, o que seria bem mais difícil se o filme fosse R. Com isso você inclui os fãs mais jovens, pois o Venom é bem popular com eles. Agora isso vai salvar, ou afundar a bilheteria, quem sabe.

A Sony não ter ido com a classificação R mostra que o estúdio não confia tanto no próprio taco, e foi pelo caminho seguro. É triste, mas compreensível. Não dá para comparar com Logan, o fim de uma franquia, ou Deadpool, que equilibra a violência com o humor.

Agora, como mostrar o simbionte dentro dessa limitação, me preocupa e intriga positivamente. Se no fim do dia o filme for bom, tanto faz a classificação. A Sony joga uma versão R pesadona em DVD e é só alegria.

O retorno de Samurai Shodown


O mercado da nostalgia vai firme e forte e com novo reforço: Samurai Shodown. É um jogo que eu gosto e odeio, pois eu só não passo mais raiva nele do que lutando e nunca vencendo o Onslaught em Marvel vs Capcom. Ainda assim, Genjuro, o Iluminado™, é o melhor. E não me @, não estou aberta a discussões.

O problema é ser exclusivo de PS4. Eu entendo que a parte business fala mais alto, e que é bem mais fácil fazer um jogo redondinho se você trabalhar com um único sistema. Ou pelo menos eu acho que é isso. E muitas vezes um jogo multiplataforma (exemplo, Bayonetta 2), pode não render o lucro que se espera.

Eu entendo isso, de verdade. Só que eu sou público. E nem sempre eu consigo ter o direito de gastar onde eu quero gastar (doideira, né?) Não é cisma com a Sony: no geral, eu considero a exclusividade uma merd*. Meu lado fã e consumidora só quer saber de gastar e jogar, e não dessas burocracias.

Arrowverse, o DCEU que deu certo?


Já que começamos falando de DC Comics, terminamos a retrô falando dela. Com o caso Cavill tendo acontecido, e a notícia de que o Arrowverse achou a sua Lois Lane, veio a dúvida... O Arrowverse é o DCEU que deu certo, sim ou com certeza?

Os envolvidos nas séries da DC parecem ter muito mais consciência do que fazer e onde ir, coisa que falta pra divisão de cinema. E olha que eles são "garfados" de não poderem usar certas coisas, o que leva a terem tido suas próprias versões do Esquadrão Suicida, Pinguim, do Exterminador, Flash, etc.

Acaba que isso é até uma boa coisa, melhor que a Marvel. Sim, eu disse isso. A Marvel tem toda pose de "It's All Connected" quando não está. O pé de guerra entre as divisões de TV e cinema é famoso, e a propaganda enganosa de conexão entre ambos só me frustrou. E gerou Marvel's Inhumans, que a gente finge nunca ter existido.

E isso também reforça o feeling da Warner Bros. para TV - primeiro com as animações, agora com as séries. Pelo menos em alguma coisa eles tinham de acertar, né?

Recado dado, vamos clicar!


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Entusiasta dos jogos indie, mobile e de luta. Mini Wikipedia de Scarlett Johansson Facts™. Publicitária. Em terra de plagiador, quem tem conteúdo original é rei ou otário?

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