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Vale a pena ler de novo: resumo da semana 11/11 a 17/11

Um som pra gente curtir: The Police - De Do Do Do, De Da Da Da

Eae você.

Acaba que realmente a retrospectiva semanal se acomodou melhor na terça-feira. De novo. Chega ser meio bizarro-engraçado isso, falar da semana passada depois que a atual já começou, mas dizem os gringos: it is what is is, então até segunda ordem, vamos conversar toda semana como costumava ser. Ou seja: o melhor dia da sua semana será a terça.

Pelo menos eu tenho um dia a mais pra quebrar a cabeça, heh. Porque esse negócio de falar não é tão simples assim quando parece. E se não parece simples, bom... Não é mesmo. Ainda mais em tempos onde tudo na internet, desde um comentário justo ao absurdo, pode causar um alvoroço imenso, saber falar, o que/quando/onde falar, é questão de sobrevivência. Até não falar é uma coisa real.

Com as redes sociais cada vez mais sendo parte da vida moderna, todo mundo quer ter uma opinião sobre toda coisa. É muita gente querendo falar, pouquíssima gente querendo ouvir. A WWW é boa? É ótima. Mas o ser humano não estava (não está) emocionalmente preparado para o que ele mesmo criou, pois a internet deu poderes a todo mundo - até quem não devia ter.


Só porque você tem algo a dizer, não significa que possa. Ou que deva. Bom senso nunca fez mal, sabia? Mas como ele falta, eu -há 10 anos nesses projetos- aprendi uma lição (três vezes, pra reforçar) que inesquecível: escolha suas brigas. Discussões você acha aos montes, mas dá pra sentir o cheiro de uma treta há léguas de distância. E quanto mais elas são, mais forte fica.

Se meter numa treta onde claramente as pessoas só querem berrar, não querem ouvir uma a outra e ter um pouco de compreensão, bater cabeça, é perda de tempo. Quem mais se prejudica nisso é você, que se estressa, abala emocionalmente, e "alimenta os trolls".

Ain, mas você não é formada em comunicação social? 

Sou. Publicidade e propaganda, inclusive. Mas calma lá.


Uma coisa que eu aprendi é falar para quem quer ouvir. Nenhuma marca fala para quem não é, ou pode virar um consumidor. Assim eu faço com as minhas brigas. Só entro onde podem me ouvir, e se ninguém quiser ouvir... Eu tô na minha, mas a minha fica distante. Não dá pra ter um diálogo de uma pessoa só, isso é monólogo.

Ain, mas você não é uma influenciadora? Deus me guarde, tenho pavor de pensar desse jeito.


É uma responsabilidade que eu não sei se vou dar conta.

Mas se eu pudesse ser influenciadora por cinco minutos, eu iria propor uma coisa:

Por que escolher? Todo mundo escolhe um lado, e declara guerra ao outro. É Sony ou Microsoft, DC ou Marvel, Pokémon ou Digimon... Isso é um tédio imenso. Ao invés de escolher, por que não questionar? A é realmente bom? B realmente é tão ruim? C e D são tão competentes quanto E e F? O que me impede de gostar de tudo? Por que todo mundo odeia tudo?

A vida não é preto e branco, sabe.

Parece papo sobre outro assunto tipo política, pois as nerdices acabam ficando assim, com jeito de "mundo adulto". A galera entra em modo de defesa. Todo mundo é muito profissional. Ninguém sabe mais curtir as coisas. Na hora do vamos ver, que realmente pede uma seriedade, aí ninguém sabe se comportar. É complicado.

Então quando os dedos começarem a coçar pra discutir, dica: escreva, mas não mande. Leia tudo, pense no que você escreveu. Se valer a pena, mande ver. Se não, delete. E veja como a vida não fica perfeita, mas você evita a fadiga e ganha +1 de alívio.

Palavra de quem viveu essas 3 experiências bem doidas relacionadas a isso. Bem doidas mesmo. Mas isso é papo pra outra hora. Por enquanto, vamos clicar:


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Sobre Bruna

Entusiasta dos jogos indie, mobile e de luta. Mini Wikipedia de Scarlett Johansson Facts™. Publicitária. Em terra de plagiador, quem tem conteúdo original é rei ou otário?

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