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Vale a pena ler de novo: resumo da semana 13/01 a 19/01


Um som pra gente curtir: Bullet For My Valentine - Your Betrayal

Eae você. Milagre! Retrô saindo na segunda-feira. Não falei que uma hora a gente conseguia?

Mas me diga aí, como que vai essa força: se tá tranquila como esquilo, ou sutil feito aperto de mão do Hulk. Por aqui, poucas novidades. Do jeito que vai, o RJ seria um cenário ideal para gravar a próxima temporada de Lucifer, tamanho o calor. E eu tô tentando entender como 2019 virou essa treta infinita em menos de 30 dias de ano. Sério, eu não consigo entender.

Hoje não vamos abrir o coração nerd de forma super hiper pessoal-existencial, embora seja um tema que é bom pra causar polêmica. Afinal, quem puxou três na semana passada, puxa mais uma. Se eu já tô no inferno, melhor abraçar o Tom Ellis logo de uma vez. E eu bem que queria.

PARECE QUE O JOGO MUDOU

Tentando ver como/onde/quando/porque isso aconteceu

O Renan tem uma mania frequente de querer me tiltar, mas eu já tô vacinada. Só que dessa vez eu fiquei pensando numa coisa real: o quanto o mundo das nerdices mudou de uns 10 anos pra cá. Se você era "nerd", "geek", ou "CDF", tinha que se preparar. Era hostilidade eterna, agressão verbal e até física. Eu sei pela experiência mesmo sem ser desse mundo quando mais nova.

Hoje o jogo virou. A galera do fundão, que era a moda, perdeu espaço. Agora ser nerd é a onda, é o cool. O sucesso de franquias como Harry Potter, Senhor dos Anéis, e o MCU, impulsionaram esse fenômeno. Temos problemas? Temos. Mas agora é bem mais normal admitir que você gosta de HQs, de jogos, séries. Os otakus ainda estão no 50/50, pois eles querem ser respeitados, mas não querem respeitar uns aos outros, nem quem "está do lado de fora". Aí complica, realmente.

Mas uma mudança que tinha tudo para ser boa, trouxe problemas além dos já existentes. E um deles me deixa intrigada.

UM INCÔMODO LEVE FEITO ELEFANTE

O mundo é doido, bem como as novas lógicas de como a vida deve funcionar

Fanático é a coisa mais enjoada que existe. Não digo nojenta porque nem todos são assim, mas uma boa parte tira a alegria de viver. São pessoas intolerantes, elas só aceitam se você curtir aquilo que ela curte, do jeito dela. Isso quando não rola a crise: "ain não quero que isso vire popular, vai banalizar e virar modinha". Aí a coisa em questão é cancelada e: "ain foi cancelada porque vocês são cegos e só gostam de porcaria".

E ainda tem a variante que eu mais odeio. Você só gosta de uma coisa, ou é considerado fã, se souber o nome da professora de primário do ator. Ou se souber a marca de shampoo que a avó do produtor de jogos utiliza.

Eu adoro vasculhar detalhes. Ganhei esse hábito nos tempos de trabalho com a música, e também na faculdade. É uma mania que me diverte muito, mas eu sei que nem todo mundo é assim. Tem gente que é menos, tem gente que é mais. Se você quiser entrar na minha, pode chegar. Se não quiser, tudo bem. Cada um se relaciona com as nerdice do jeito que preferir.

NÃO DEVIA TER REGRA, MAS A GALERA ADORA INVENTAR

Rindo do que faz a gente chorar sangue, tipo o Shiryu

Eu falei logo ali, mas vale vale repetir: cada um gosta do que quiser e como quiser.

Claro, a experiência fica mais rica se você jogar/assistir/ter certas coisas, mas se você não quiser, ou se você não puder, isso não te faz "menos nerd". É só o seu jeito de seguir nesse mundão.

Você pode sim, gostar de todos os filmes do DCEU. Pode não ter assistido todas as fases do MCU? Pode. Precisa gastar 300, 500 reais pra ser "gamer de verdade"? Pelo amor de Daigo, né. Da mesma forma que você não tem obrigação de fazer tudo isso, você também pode fazer isso e muito mais. A decisão é literalmente um problema seu.

O PAPEL DO CRIADOR DE CONTEÚDO NESSA SALADA MISTA

É o que eu mais quero, Brunão do Macarrão™

Nessa salada mista (pra não dizer birosca), o produtor de conteúdo tem papel mega importante. Ele é a bússola que vai orientar o público. Quem chegou agora precisa de conteúdo mais acessível, menos denso, e ainda assim de qualidade. Entretanto, a parcela hardcore não pode ficar esquecida. Ela quer conteúdo com sustância, e você precisa correr atrás.

Quando ou como fazer isso, eu não sei. Não tem regra, nem momento certo. Eu só sei de uma coisa: não contem comigo nesse movimento deprê. Eu sempre vou dar a dica, mas nunca obrigar a odiar ou amar alguma coisa. Minha obrigação, como a Pessoa que Vos Fala™, é filtrar as coisas boas e contar da melhor forma possível.

Aqui no Armadura Nerd não existem, ou eu tento evitar que existam estereótipos. Você tem o direito de escolha. Claro, às vezes um conteúdo acaba mais afunilado, mas ainda assim eu sempre penso se tem um jeito de deixar bacana pro leitor casual não ficar boiando. Aqui você se informa, se diverte, vibra, torce, passa raiva e etc. Independente de ser ou poser.


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Sobre Bruna

Publicitária. Mini Wikipedia de Scarlett Johansson Facts™. Se a Bahia fosse um anime, Ivete Sangalo seria a protagonista.

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