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Vale a pena ler de novo: resumo da quinzena 07/04 a 20/04



Então é isso: voltamos. Na semana passada os contratempos chegaram ao máximo, por isso eu optei por não publicar a retrospectiva. Depois de criar raiva de mim mesma, eu decidi ir devagar, tirar o fim de semana para descansar e reformular o jeito de fazer as coisas aqui. Não é que eu tivesse saído da "rota" do que eu quero ser como pseudo jornalista de nerdices. Eu só vinha vindo bem devagar. A expectativa é de começar a mudar isso, e voltar a conversar melhor com você.

Não esqueci do especial, entretanto. Acho que não vou abordar todos os temas previstos, mas ainda vou falar de alguns. Aí em maio é possível que a retrô passe por umas mudanças, ok? Quero fazer uns testes. Na semana passada eu falei de algo realmente pessoal sobre o "poder do grupo", e como ele pode marcar a sua vida - de forma boa e ruim.

Hoje saltamos no tempo: você já foi universitário? Então vai entender o sentimento? Ainda vai para faculdade? Essa tem tudo para ser uma das experiências mais incríveis da sua vida.

CATANDO OS CACOS DE DIGNIDADE


Depois de anos naquele inferno astral do ensino médio, eu tive depressão. Não tenho vergonha de admitir. A "gente pobre" era boa e muito parceira. A "gente rica" foi uma das piores com as quais eu estudei na vida. Mas depois de passar dois anos (ou quase) afogada nos sentimentos ruins, eu resolvi mudar. Fiquei p*ta comigo mesma, de verdade. Eu estava muito longe da pessoa feliz e positiva que eu tinha sido um dia, e por causa dos outros.

UM NOVO MUNDO DE AVENTURAS, ONDE A DOIDEIRA É BEM MAIOR


Prestei Enem, passei pelo Prouni, e também não tenho vergonha de admitir isso. Sem ele eu não teria chegado aqui. Tudo bem que meu pai quase me fez perder o Dia 1, pois ele pegou o famoso atalho que demora o dobro do tempo.

A ideia de ir para faculdade é muito doida. Tem semelhanças, mas também é muito diferente do que você vive no ensino fundamental e médio. Minha experiência foi estressante, sim. Mas nem de longe foi o stress de antes. Estar no curso que eu sonhava (publicidade) foi uma realização. Conviver com os grupos de dentro e fora da sala, uma experiência e tanto.

No primeiro momento foi difícil. Minha experiência anterior não era das melhores, né? Ma eu fiz o meu melhor em ter paciência comigo mesma. Claro que sempre tinha alguém com a qual o "santo não batia". Bônus se o aluno com 2 períodos já se acha Profissional Especializado™. Mas uns grupos realmente me marcaram. 

HUMANAS, MELHORES PESSOAS (ATÉ OS JORNALISTAS)


Se eu um dia tive raiva dos jornalistas, foi um sentimento cultivado com carinho na faculdade. Os alunos eram até legais, mesmo a "aura William Bonner" me dando preguiça de tempos em tempos. Já os professores... Deixa quieto. A galera dos outros cursos (radialismo, relações públicas) aparecia em quantidade muito menor. E tinha os miçangueiros de plantão de publicidade.

Tive vários bons amigos de curso, todos eles. As garotas meio nerds que viviam juntas, mas que eu gostava delas e elas de mim. Um dia fizemos trabalho na casa de uma delas, almoçamos e piramos na batata estudando para prova de segunda-feira. Tinha as duas inseparáveis tipo Chitãozinho e Xororó. Mega grudades e patricinhas, mas eu gostava elas.

Tinha os descolados dos outros cursos, gente mais vivida e saída que eu, gente sensacional. Muito companheira, engraçada sempre com um causo mais doido que o outro pra contar.

PUBLICITÁRIO É TOP ROGERINHO


O meu grupo, especificamente era o "grupo mediano". Meio doido, meio atirado, meio tímido, então a gente se dava bem com um bocado de gente. Era uma galera unida, a gente se aproximou bem, riu e falou besteira junto, se ajudou, e se estressou com os problemas causados uns aos outros, uns pelos outros. Mas foi um período incrível onde eu aprendi de novo a me abrir ao mundo.

Vacilei? Em vários momentos. Tenho até uma pequena lista de coisas que eu talvez faria diferente. Ou não? Mesmo com quem eu confiei demais, com quem eu me joguei demais, valeu a experiência. Nem de longe foi a marca negativa que eu já tinha vivido e sobrevivido. Foi mais uma quadrilogia ao estilo Marvel.

Entre todo mundo que eu conheci na faculdade, uma pessoa foi marcante mais do que eu imaginaria, e mais do que eu gostaria. A separação realmente criou um trauma em mim, então imagine a Pessoa que Vos Fala™ com aquele sentimento de porr*, lá vamos nós de novo. Levou anos até eu conseguir superar, mas eu consegui. Tô viva, tô inteira. Não digo pronta pra outra porque pelo amor. A terceira vez a gente pede música no Fantástico.

E depois de abrir o coração-nerd-publicitário, vamos lá clicar?

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Publicitária. Mini Wikipedia de Scarlett Johansson Facts™. Se a Bahia fosse um anime, Ivete Sangalo seria a protagonista.

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