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Vale a pena ler de novo: resumo da semana 31/03 a 06/04


Um som pra gente curtir: DragonForce - Cry Thunder

Após centenas de pequenos imprevistos no começo de abril, paguei as minhas dívidas de retrô, e enfim vamos poder entrar no tema de abril. Até porque não foi tanto prejuízo perder uma semana, pois o mês terá cinco segundas-feiras, então não vai faltar momento para gente prosear.

Simbora então falar de um assunto interessante: grandes grupos. Afinal, abril é mês de Vingadores: Ultimato, e essa ideia inclusive já está movimentando o Solta o Play. Nessa semana começamos ao som de X Japan, corre lá para conferir.

SALTANDO NO TEMPO

Hora de soltar o Dio interior e parar o tempo, porque vem história

Vamos falar de três grupos que marcaram a minha vida em momentos meio diferentes. Foram pessoas que eu conheci entre metade do ensino fundamental, e o final do ensino médio, experiências doidas porque sendo filha única, o colégio sempre teve um peso extra na minha vida. Eu tinha amigos, fora dele, claro, mas não eram muitos. Então o peso maior das minhas experiências sociais era quando eu ia estudar. E ter desgosto nas horas vagas.

Em 2002 eu estudei num colégio particular daqui do RJ, e tive momentos incríveis. Uns foram mais difíceis, mas deu para levar. Só um que se destacou negativamente: um trio que pegava no meu pé por motivos de não me pergunte. Mas um dia, a 200% de contragosto, a turma passou a sentar com os lugares fixos - o odiado e famoso mapeamento.

Onde eu caí? Com a galerinha que aprontava altas confusões. A ideia era aproximar alunos diferentes e ver se os melhorzinhos influenciavam os cenas lamentáveis. Eu não era "CDF", mas me esforçava. Então achavam que eu podia "salvar" o trio, mas no começo foram eles que me "estragaram", risos. Nunca mais esqueço a bronca da professora de português, coisa que eu raramente passei na vida.

O PLOT TWIST CARPADO

Minha vida é uma constante alternância entre o what the fuck e o what the hell

O começo da convivência foi atrapalhado, mas depois ficamos bastante amigos. Andávamos juntos, sentávamos juntos, e as meninas me davam o maior apoio nos times da educação física. Eu até jogava bem, me virava. Eis que (momento Folha), vieram as seletivas para o time oficial do colégio! Só que eu não pude participar. Naquele mesmo ano, uma unidade do mesmo colégio seria inaugurada muito mais perto de onde eu morava. E aquele grupo que eu não gostava, tive que me despedir dele morta de saudade.

ENSINO MÉDIO, MAS PODE CHAMAR DE INFERNO NA TERRA

Nessa época o Pica Pau se prepararia para cometer um crime de ódio

Se você ainda não foi para faculdade, fique em paz. Nada vai ser pior na sua vida do que o ensino médio. Nada. No meu eu conheci o segundo, e nesse caso, pior grupo de pessoas que passou pela minha vida. No começo de tudo até parecia que seria uma boa amizade. Duas amigas conheceram outra garota, que ironia, era conhecida minha. Ficamos todas amigas, mas a minha conhecida e uma dessas garotas, se afastaram quando o grupo "começou a crescer".

Não deixei de falar com elas, entretanto. Uma era meio doida, mas dava para falar de boa. A minha conhecida ficou até mais amiga minha, eu diria. Ela sempre foi gente boa, até meio séria, e bem ajuizada. Hoje eu vejo que ela não tava errada não, porr*.

O resumo resumido é que esse grupo causou o maior trauma da minha adolescência. A convivência era turbulenta, as relações eram abusivas, e tudo piorou quando surgiu a rivalidade com outro grupo da mesma sala. Era um caso sério, que partia para porrada, principalmente na educação física. Todo mundo já conhecia a gente pelo buzu que nós causávamos. Me orgulho exatamente 0% disso.

ENCONTRANDO APOIO NO LUGAR INESPERADO

E quando você menos espera, Street Fighters e X-Mens começam a se entender

Na época eu ainda era inocente e de imediato, sempre esperava o bem das pessoas. Ainda me faltava a "quilometragem emocional" para saber não confiar em todo mundo, ou não totalmente/de imediato. Quando eu enfim me afastei das cobras, fiz amizade com uma outra galera. Eram os deslocados, fãs de anime, que repetiram ano, tinham banda de heavy metal e gostavam de Pink Floyd (acho). Entre eles, uma se destacou: uma das melhores pessoas que eu conheci na vida.

Sabe a gótica que ouve metal pesado, mas adora Madonna? É ela. E não tá errado, porr* (2). Nós passamos a andar juntas, ouvir Nightwish nos intervalos, e tudo que eu aprendi de heavy metal lá em 2004, foi com ela. Nosso professor de geografia era um amor, deixava a gente ouvir o Once (acho?) durante a aula, e só pedia pra gente desligar na hora dele explicar a matéria. Um lindo.

O restante da galera era muito amiga, mas infelizmente não estudava na minha sala. E essa amiga logo mudou de colégio, e eu fiquei na rua da amargura. Por que? As pseudo amigas que eu tentei dar o máximo de apoio emocional, me viraram a cara, e voltaram a ser amigas.

NÃO DÁ PARA NEGAR

Não foi o momento mais brilhante da vida, mas foi um momento importante

Foi um momento muito baixo na minha vida. Eu não sabia reagir aos baques emocionais, não sabia me expressar. Nessa época também comecei a desenvolver meu hábito pela escrita. Quando o ensino médio terminou, veio a depressão. Entre 2008 e 2009 eu não tinha um pingo de prazer na vida. Eu não saía de casa, não tinha felicidade de viver, não tinha com quem falar. Parecia um poço sem fim. Você só sabe o quanto a saúde mental afeta a sua vida, quando ela afeta.

Mas um dia foi literalmente isso: eu acordei put* comigo mesma, muito mesmo. Eu comecei a tomar vergonha na cara, e entrei numa imensa jornada de descoberta emocional. Paid in Full do Sonata Arctica e The Cross do Scorpions* ditaram o lema da minha vida, e a coisa virou. Mas falaremos do grupo que marcou a vida depois disso, na próxima retrô. Agora vamos lá, clicar um pouquinho.

(*Por toda força que me deu na época, o Humanity: Hour I é o meu álbum favorito do Scorpions)

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Sobre Bruna

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