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O Estúdio ARVORE anuncia o próximo game na saga de Realidade Virtual Pixel Ripped

O estúdio brasileiro de entretenimento imersivo ARVORE acaba de anunciar que o seu talentoso time está trabalhando no jogo Pixel Ripped 1995, sequência de um dos melhores jogos de realidade virtual de 2018, o premiado Pixel Ripped 1989.
Desta vez o time da ARVORE vai encantar os jogadores com uma viagem nostálgica inesquecível para o ano de 1995, uma época histórica para o mundo dos games onde a primeira geração de gamers estava se tornando adulta, e os games estavam evoluindo dos ambientes 2D da era 16 bits para os espaços 3D da era 32 bits. Desde o começo do projeto, sempre houve uma conexão bem próxima entre o time de desenvolvimento do Pixel Ripped e a comunidade de fãs do jogo, e esses jogadores que decidiram o futuro da série. Quem chegou no final do primeiro jogo encontrou uma máquina do tempo onde eles podiam indicar sua era dos games favorita, e o time da ARVORE usou isso para decidir a época do segundo jogo: Pixel Ripped 1995.


O malígno Cyblin Lord está de volta para roubar a Pixel Stone, mas a nossa heroína Dot não vai deixar isso acontecer. Por isso que a criadora da série Pixel Ripped, a diretora criativa da ARVORE Ana Ribeiro está de volta liderando a equipe de desenvolvimento do game Pixel Ripped 1995. Ana e o time estão dedicados para criar mais um projeto incrível feito com o coração exclusivamente para realidade virtual. Jogadores das principais plataformas de VR vão poder viver uma experiência mágica que vai transportá-los para um mundo de jogos lendários, jogabilidade clássica, referências a games da época, muitos segredos e, é claro, todo desafio dos jogos dos anos 90.

Graças ao sucesso do primeiro jogo nós podemos dedicar mais recursos e temos muito mais experiência pra criar um jogo que é uma aventura nostálgica ainda mais inovadora e maluca. O ano de 1995 também nos possibilita fazer referência a grandes clássicos dos games e todo um novo mundo pra explorar,” diz Ricardo Justus, co-fundador da ARVORE. 
 
Em paralelo, o jogo original Pixel Ripped 1989 continua ganhando prêmios e reconhecimento em alguns dos mais renomados festivais de arte interativa e games do mundo. Recentemente o jogo ganhou o prêmio “New Face Award” na 22a edição do Japan Media Arts Festival. A Ana e outros do time ARVORE estarão presentes no festival em Tóquio para receber o prêmio no festival, que acontece no National Museum of Emerging Science and Innovation (Miraikan), onde o game será exibido de 1 a 16 de Junho. Além disso, o jogo foi selecionado na conferência SIGGRAPH 2019 que acontece entre 28 de Julho e 1o de Agosto em Los Angeles, onde Ana fará uma palestra sobre o desenvolvimento do jogo. No BIG Festival 2019, em São Paulo, o Pixel Ripped 1989 recebeu quatro indicações de prêmios, incluindo Melhor Jogo, Mais Inovador, Melhor Jogo Brasileiro, e Melhor Jogo de Realidade Virtual.

Em 2014 quando o Pixel Ripped era apenas um projeto universitário, eu nunca imaginei que poderia chegar tão longe. Me sinto muito grata por poder continuar trabalhando dentro do universo do Pixel Ripped graças a ARVORE e a todo o suporte dos fãs do jogo. Mal posso esperar para poder compartilhar com a comunidade as coisas ainda mais incríveis que estamos preparando para Pixel Ripped 1995,” diz Ana Ribeiro, Diretora Criativa da ARVORE.

Sobre Pixel Ripped 1989
 
 Pixel Ripped 1989 é uma louca homena0gem ao passado dos games. O jogador fará uma jornada para dentro da tela dos videogames e além. Situado na era dos consoles 8 bits, esse jogo dentro de um jogo segue as aventuras de Dot, uma personagem de videogame que tem o seu mundo ameaçado pelo Cyblin Lord, um vilão capaz de atravessar a barreira entre o mundo dos games e a vida real.
Em Pixel Ripped, o jogador vive Nicola, uma aluna de segunda série que precisa ajudar a Dot a salvar as duas realidades desta ameaça encarando desafios no mundo 2D de jogos retrô, ao mesmo tempo distraindo uma professora irritada e fugindo do temido diretor do colégio no mundo 3D.

Ana Ribeiro, uma desenvolvedora brasileira nascida no Maranhão, começou a trabalhar no jogo em 2014 quando ela estudava em Londres. O desenvolvimento do jogo tem sido uma longa jornada para ela da qual ela nunca desistiu. Em 2017, Ribeiro se juntou ao time da ARVORE como diretora do projeto para co-desenvolver o jogo, e com essa parceria finalmente conseguiu finalizar o projeto.

Desde o início, a receptividade do Pixel Ripped 1989 tem sido muito positiva. O jogo recebeu financiamento da Oculus e prêmios da Intel e do AMAZE Indie Festival, assim como indicação ao IndieCade e Proto Awards, e ontem mesmo aos 
VR Awards 2018. Recentemente o time de marketing da Microsoft Windows Developer véio para São Paulo para filmar um documentário sobre a Ana e sua história como desenvolvedora. O estúdio tem planos de fazer mais capítulos que visitarão vários momentos da história dos games.
 

Sobre Renan

Gamer que joga, escreve para gravar e a vida lhe fez fazer tudo que nunca pensou em fazer. Perito na discórdia por ter opinião, Renan também disse que nunca se referir a si mesmo na terceira pessoa por fugir da fama. Renan vem fazendo bem isso ¯\_(ツ)_/¯

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