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Vale a pena ler de novo: resumo de 26 de maio a 15 de junho


A ideia ainda não deu certo do jeito que eu gostaria, mas a gente continua tentando. Se todo mundo diz que eu sou teimosa, então voltamos! Nossa retrô continua totalmente perdida no tempo e espaço, mas como sempre é feita de todo coração. Uma bagunça de sentimentos e momentos aconteceu nas últimas semanas, e ainda não está sendo fácil organizar uma linha de raciocínio raciocinável. Mas é aquilo: a gente continua tentando.



A COBERTURA DA E3 2019

Que tipo de Soldado Invernal é esse? (inclusive, quero)

Existem três momentos do ano de notícias que eu adoro, e dois que seriamente me deixam de cabelo em pé. Um é a San Diego Comic-Con. A Evolution Championship Series é correria, mas o amor pela EVO é maior. Supera tudo. E temos a Eletronic Entertainment Expo, conhecida entre os mais chegados por E3. Cobrir a E3 2019 foi... Diferente. Esse ano tivemos imprevistos sensacionais, pois eles vieram na pior hora possível. A ponta do iceberg foi o Renan ter ficado sem PC uns dias antes.

Coube a Pessoa que Vos Fala™ matar essa bola no peito, e eu fui. Não é tudo na E3 que me empolga, mas eu gosto de ver o pessoal na hype. Gente feliz me deixa feliz. Eu até fiquei ansiosa pelo trailer de Marvel's Avengers, mesmo tendo sido aquela decepção. E ainda continuo achando a conferência da PC Gamer uma das mais legais. Por mim enquanto a E3 tiver jogos indies, alguns mobile, e umas gentes maravilhosas tipo Keanu Reeves, eu estou em paz.

Foi uma experiência espiritual cobrir um evento desses no pique da loucura, mas espero que você tenha gostado! De verdade. Não foi do jeito que eu planejava, mas foi muito longe do quão ruim eu pensei que seria tocar o barco sozinha. Mas eu tô pronta pra outra.

(Mentira, um nervoso desses é pra passar só a cada 10 anos e olhe lá)

(Ah, e o Renan já voltou, então fique em paz que eu não vou surtar... Muito) 

A MORTE DE ANDRE MATOS


Era para eu ter falado sobre isso na semana passada, mas... Aconteceram coisas, e a retrô tomou chá de sumiço. Ainda é absurdo dizer isso, mas Andre Matos morreu. Um dos ídolos da casa se foi cedo demais, aos 47 anos de idade. Não parecia, honestamente. Foi um momento difícil, tirou totalmente o nosso balanço.

No Play de I Will Return eu falei um pouco sobre o Maestro, prometendo falar mais na retrô, então cá estamos. O Andre era uma das nossas figuras favoritas tanto para nós fazermos brincadeira, quanto para admirar o fato de existir alguém tão demais. Eu e o Renan também temos uma enorme falta de paciência com os urubus...

... Essa galera que se afastou e nunca mais quis se aproxmar, agora querendo tirar umas migalhas de atenção e falso coração com o nome de quem não tá mais por aqui. É dose.

Dói, mas carry on


Entrevistar Andre Matos foi uma experiência incrível, única, e agora marcante de um jeito que eu não gostaria. Tudo bem que o podcast com o Hermes Baroli foi sensacional, mas eu sempre gostei mais das entrevistas escritas. É como criar um mini universo onde não existe tempo e espaço, apenas você e o entrevistado, meio ao estilo de quando a humanidade se correspondia por carta.

(Eu sei... É uma perspectiva rebuscada e que você não entendeu nadinha)

Conversar como Andre foi uma lição, tanto quanto a carreira dele. O Andre me ensinou uma coisa que eu já falei aqui umas 50 milhões de vezes: tire o máximo de todas as chances. Cada momento é um momento diferente, com baixos pra sobreviver, e com altos que você pode sim curtir. Você tem o direito de curtir. 

Mas a maior lição que o Andre me ensinou é ter honestidade você mesmo. Faça cinco minutos de Google e você descobre a ponta do iceberg das perrengas que ele passou. Tretas, trairagens e afins. Ou se você já sabe, nem preciso comentar. Em meio a tudo isso o Andre sempre foi muito honesto em não fingir que nada estava acontecendo, ou que algo estava acontecendo. As respostas da entrevista comigo também provam isso.

O Andre sempre soube seguir em frente, com a honestidade de não ignorar o seu legado, mas com a mesma honestidade de não trair seus sentimentos. Ah! E se você quiser chorar mais um pouco, tem uma ótima leitura sobre o Andre no Reverb.


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