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Waka Talk: a vida é curta e o mundo está chato (demais)

Olá pessoas, tudo bem? Com a correria dessa semana para colocar no ar o vídeo com a entrevista da Ayaka Komatsu durante o Anime Friends 2019, me deu um apagão de lembrar sobre hoje e o que poderia ser dito. Por uns momentos ligeiras reflexões da vida vieram e vou aproveitar o embalo e falar algo. Talvez não tanto quando pensei a principio.


A vida é curta, ou não

É comum eu ver muitas coisas e acabar esquecendo onde foi que vi/ouvi algo que deu um estalo nas ideias. Por esse semana ou a outra apareceram duas frases: "a vida é curta demais" e "a vida não tá rápida, é a internet que nos tirou a noção do tempo".

Uma complementa fácil a outra. Dependendo da sua idade é provável que em algum momento já pegou pensando em como antigamente, isso entre anos 1990 e 200X, o tempo não voava tanto quanto hoje. Tudo bem que pra mim a sensação foram dos últimos 2 ou 3 anos terem sidos normais ao longo deles, contudo, quando vejo uma lembrança me espanta o tempo que se passou desde então.

No tocante a vida ser curta a gente pensa em fazer tantas coisas e caba fazendo nada por motivos bestas. E quando digo bestas é para você que se preocupa demais com o julgamento alheio ao fazer algo para si. Costumo dizer que sigo a filosofia do cavalo (um cavalo com prisão de ventre quando libera, faz até andando, logo deu pra entender a frase que costumo dizer, certo? comenta a frase que pensou) nessas horas.

Mas é curioso como as vezes algumas frases grudam. As vezes porque damos muita atenção ao que foi dito ou apenas por ela fazer com que a gente pense um pouco no porque, ou até mesmo, se estamos sendo alvo de algo. Me peguei assim esses dias num grupo de amigos onde vem sendo constante me sabotarem para que eu seja o único alvo das piadas e tratarem as minhas como "ninguém se importa mais".

Mundo chato da pouwa

Isso me deixou pensando na contramão da reflexão que tive durante o AF2019. Oi? Depois de gravar um bom tempo de coletivas, caçar um ponto pra comer com uma fila decente, encarar outra coletiva, rodar mais um pouco o evento, acabei parando ao lado da barraquinha de pipoca do evento. Com aquele bonito combo fiquei pensando em algumas coisas e em como apesar da correria que é encarar esses eventos sozinhos visando o site, e com pouco tempo para eu ser um civil para aproveitar, como esses momentos tem sido bons quando ocorrem.

Andava por momentos de desanimo, talvez ainda esteja enquanto digito isso e dou um sorriso que o Metaforando diria que é mais fake que aquela mensagem famosa no whats. Naquele momento estava caindo a ficha da foto que tirei com o Takumi Tsuitsui e o Takumi Hashimoto, Jiraya e Manabu. E umas outras coisas que me animavam estando no evento.

Momento alegre daria incomodo onde e por quê? Sendo honesto não consigo ver porque o mesmo hobbie para uma pessoa é vista como "ok" ou "legal", e para a outra, julgam como "merda", "vergonha" e afins. As vezes parece ser crime eu gostar da cultura japonesa e me identificar com algumas filosofias e ter uma paixão pelos olhos puxados das moças.

Por uns momentos me fez acreditar, e provavelmente siga essa linha mesmo que seja um pouco arrogante/prepotente, de que há um pouco de inveja e não somente aquela dita "inveja boa". Cada evento que somos credenciados, mais do que alegria, é também um sinal que mesmo a gente não recebendo dinheiro com o site, temos reconhecimento no que temos feito. Aproveitar eventos que nos geram mais material e também um momento de curtir, é mais do que merecido. Mas sinto que pessoas próximas, de longa data ou recente, parecem se incomodar.

As palavras nesse mundo

Quando pensei nesse tema tive uma infeliz coincidência e vi a tag sobre a tragédia com a Alinne Araújo. Não sabia do que se tratava mas me chamou a atenção os dois N no nome dela (motivo bem bobo para ver algo, tenho consciência disso) e supus ser conhecida de algum nicho ao menos. Era bem pior, o porque dela ter virado trend.

Eu vejo que uma parte do ocorrido tem haver com o mundo chato que vivemos pois existe o fenômeno "comentarista profissional de internet". Alguns são haters, mas em geral, as pessoas simplesmente falam, falam, não pensam nas consequências e se sentem seguras por ter uma tela protegendo-as, na teoria...

A Alinne sofria de depressão, no dia do casamento foi abandonada pelo noivo, tentou se matar e sobreviveu, resolveu não estragar o tão sonhado dia e casou consigo mesma. No dia seguinte ela tentou suicídio mais uma vez, e teve exito.

Não vi os comentários mas lendo sobre e de quem viu, uma boa galera foi "zuar" o fato dela ter resolvido casar com ela mesma. Levando em conta o estado dela e o quanto de mensagem bosta deve ter chovido na publicação dela, ativou o novo gatilho pra tentar e pronto, uma vida que se foi e muitos comentários maldosos sendo apagados por arrependimento ou sentirem um pouco do peso de terem culpa.

Eu não tenho intenção de influenciar ninguém e tampouco dar lições, porém, tentem apenas sempre serem melhores e não empurrar os outros pro abismo. Isso já pode soar como o contrário da abertura do paragrafo, mas um ponto é real, se não vamos ajudar alguém, então é melhor cuidarmos da nossa vida e não vigiar a do vizinho.

#TBT

Fica um pouco difícil escolher uma memória após um momento mais tenso do tema de hoje. Para não perder um pouco da data e de certa forma existir uma irônica conexão, vamos recordar um dos grandes crossovers de Holywood com a música: You Could Be Mine do Guns N' Roses.

A música faz parte da trilha sonora do filme Exterminador do Futuro 2, franquia estrelada por Arnold Schwarzenegger e vem com novidades na San Diego Comic Con desse ano, em breve o link aqui para vocês sobre o painel.


Boa semana, até quinta que vem.

Sobre Renan

Gamer que joga, escreve para gravar e a vida lhe fez fazer tudo que nunca pensou em fazer. Perito na discórdia por ter opinião, Renan também disse que nunca se referir a si mesmo na terceira pessoa por fugir da fama. Renan vem fazendo bem isso ¯\_(ツ)_/¯

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