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Solta o Play: Sabaton - A Lifetime at War


Por conta de uns eventos recentes, eu fiquei bem em dúvida entre seguir com a ideia original do Play de setembro ou não. Esses aí que vocês viram na internet. Entretanto, decidi seguir, e trazer um som do Sabaton que traduz bem o sentimento do que a gente vem vivendo, tal como eu falei lá na semana de Smoking Snakes. Então eu te convido a refletir, chorar e musicar ao som de A Lifetime at War.

Um drama histórico, mas atual


A Lifetime at War é do álbum Carolus Rex (2012), e fala de toda miséria causada pela Guerra dos 30 Anos. O conflito aconteceu entre 1618 e 1648 e envolveu várias nações europeias, entre elas Inglaterra, Escócia, Áustria, Hungria, Espanha e a Suécia. O motivo? Rivalidade, por questões religiosas, comerciais e territoriais. Foi uma guerra que colocou a Europa católica contra a Europa protestante, e gerou 7,5 milhões de mortos. Mais uma vez segue acima o vídeo do canal oficial do Sabaton, contando toda história sobre a qual fala a música.

Carolus Rex é o meu álbum favorito da banda, pois foca numa única história: a ascensão e queda do império sueco, e cada música fala de um momento dentro desse recorte. É um ar de diferença muito bem-vindo, quando o Ocidente só lembra da Escandinávia quando fala de mitologia nórdica. Por ter algumas pessoas favoritas da Suécia, criei interesse especial em aprender mais da história do país, e o Sabaton foi perfeito com esse play. Antes dos fatos, esse play dá uma baita aula de humanidade.

A morte não tem preconceito

Tem um trecho que eu adoro, e fala sobre como na hora de encarar a morte todos os soldados são iguais. A morte não tem preconceito. Com ela não existe certo ou errado, rico ou pobre, bom ou mau. Todos são iguais e descansam lado a lado. É isso. Mais do que a guerra civil, onde a gente não sabe se vive até o dia seguinte, tem uma pior ainda: a guerra além da guerra. Aquela onde a gente quer estar certo, mas não quer ser feliz.

Nessa guerra a gente arruma pretexto no texto. A gente tem raiva da felicidade do outro. Distorcer os fatos quando convém? É fácil. Todo dia a gente tenta matar o direito do outro de ser e existir. Com   toda honestidade? Às vezes eu não sei se vivo para ver a humanidade tirar o pé dessa jaca. Ou pode ser que sim. Mas também eu não vou ficar parada nesse meio tempo. Se não dá pra mudar o mundo todo, a gente muda o mundo de alguém. Que tal o seu?

(PS: hoje não tem letra porque é um lyric video, então é só soltar o play e a voz)

Sobre Bruna

Publicitária. Mini Wikipedia de Scarlett Johansson Facts™. Se a Bahia fosse um anime, Ivete Sangalo seria a protagonista.

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