A Bandeira do Elefante e da Arara, RPG ambientado em uma versão fantástica do período colonial brasileiro e que se tornou um dos mais populares e premiados do país, vai saltar das mesas para os computadores em A Bandeira do Elefante e da Arara: Três Reinos, game para PC que já está com uma campanha de financiamento coletivo no Catarse.


A Bandeira do Elefante e da Arara nasceu com contos e se espalhou por diferentes formatos e mídias, como romances e HQs. A série original levou as histórias e lendas brasileiras para o mundo, sendo traduzida para sete idiomas e alcançando mais de 100 mil leitores. Tornou-se também um RPG de sucesso internacional, já com sete títulos lançados, ao adaptar o riquíssimo folclore do nosso país para a fórmula do RPG de mesa.
O RPG conta com milhares de jogadores no Brasil, sendo usado para divulgar lendas e histórias brasileiras até em salas de aula, além de ter sido lançado recentemente em inglês - em 2020 será a vez das versões em em espanhol e chinês.
A Bandeira do Elefante e da Arara foi o único RPG nacional a receber nos EUA o prestigioso prêmio ENnie, um dos maiores do RPG, foi finalista do Jabuti e indicado a diversas outras premiações.
A Bandeira do Elefante e da Arara: Três Reinos leva toda essa tradição para os games acompanhando a história de Baltasar, um jovem português em busca de aventuras e redenção nas terras inexploradas da colônia. Seu caminho acaba se cruzando com um touro negro, uma tribo de guerreiras indígenas e uma entidade ancestral, em um conflito que mudará para sempre o destino do novo continente. O jogador forma então um grupo de até quatro personagens para desbravar a região entre Olinda e São José do Maranhão.
O game está sendo desenvolvido pelo Time Galleon Studio, que foi formado para o projeto, mas que já traz um elenco de larga experiência na criação de RPGs de mesa e videogames: Christopher Kastensmidt, criador do universo de A Bandeira do Elefante e da Arara, é ex-diretor criativo da Ubisoft, autor premiado e indicado ao prêmio Nebula, um dos maiores da ficção internacional. Juntam-se a ele o produtor Pablo Abraham (Zueira Never Ends), os premiados roteiristas Marcelo Cortez (Bubu Fun, Starlit Adventures) e Tiago Rech (The Path of Calydra e Galaxy of Pen and Paper), o game artist Matheus Oliveira (My Boo, Decor Dream, Bid Wars e Bid Wars Pawn Empire), e o diretor de arte Fred Rubim, quadrinista premiado e autor de obras como Cão Negro, O Matrimônio de Céu & Inferno e O Horror de Dunwich e muitos outros.
Veja abaixo alguns dos destaques de A Bandeira do Elefante e da Arara: Três Reinos:
  • Belíssima arte que dá vida às épicas criaturas e personagens dessa versão fantástica do Brasil Colônia;
  • Batalhas estilo RPG, em turnos e rodadas com ações e escolhas táticas;
  • Diversos mapas regionais e locais a explorar na região entre Olinda e São José do Maranhão;
  • Narrativa intrigante com escolhas morais e decisões relevantes que afetam a história;
  • Grupo dinâmico, no qual você precisa lidar com diferentes personalidades, e talvez até encontrar o amor;
  • Evolua seu personagem com diversas habilidades únicas conforme ele ganha experiência em suas aventuras;
  • Lançamento mundial em português, inglês, espanhol, chinês, japonês e coreano.
A Bandeira do Elefante e da Arara: Três Reinos será lançado entre o final de 2020 e o início de 2021 para PC, com planos para uma versão posterior mobile. O jogo terá uma demo disponível ao público ainda em dezembro.
Mais informações na página oficial no Catarse. Imagens adicionais estão disponíveis aqui.

via Theo Games