Olá, tudo bem? Como as Terras entraram em fusão e foram sumindo em meio a Crise nas Infinitas Terras, o fenômeno atingiu duas sessões do site e chegam agora para vermos o resultado antes que seja desintegrada uma das tags. Vamos falar sobre a parte 3 de Crise e meus sentimentos após metade do crossover ter ido ao ar.



Parte 3 em The Flash

Nós vimos como o crossover começou em Supergirl, teve seu ápice sem sombras de dúvidas em Batwoman e não foi em Gotham, além de vermos as referências da parte 1 e da parte 2 para explodir ainda mais nossas mentes.

Após reunir os heróis, distribuir as missões e elas começarem, finalmente e Flash começamos a ter um pouco mais de peso e também a me deixar dividido com o crossover, mas isso vamos falar mais para a frente.


Episódio de The Flash teve o que era esperado: rodar a história ao ponto de ficarmos putos na espera do próximo episódio, mas agora, só em Janeiro.

O amor salvando o dia ou quase

Além de reviravoltas tensas, a parte 3 deu muito foco em valores mais humanos do que sobre humanos, reforçando com o encontro do último Paragon, Ryan Choi. O episódio começou com retornos ao vermos que Vibe está de volta para fazer seu propósito.

Verme insolente... Pera, apenas um rolê aleatório em alguma série por ai

Falando em voltas temos uma aparição rápida muito boa daquele que uns amam, muitos odeiam, outros adoram e as minas começaram a pirar. Doideira né? E a jornada dessa parte nos a leva mais uma reviravolta daqueles foram e não foram, ou sabe-se lá qual será o final do dito-cujo após tantas idas e não vindas.

Contudo um dos destaques foi a inserção do Raio Negro no crossover e isso aumentou o peso dos sentimentos nesse episódio já que o personagem perdeu tudo, e com o Flash em foco, também poderíamos ver outras perdas ou mudanças bruscas nas linhas temporais pois é hobbie.

Além do review

Confesso que esse episódio me deixou dividido com o crossover e talvez tenha me feito desanimar um pouco. O fato dessa saga finalmente ganhar vida em live action e com as séries sendo cada vez mais bem amarradas e entrelaçadas a cada ano, o desfecho do episódio e como a parte 2 jogou uma água fria me deram um freio nas expectativas.

Conhecendo a Crise nas Infinitas Terras dos quadrinhos ou não, acompanhar como as coisas vão ganhando vida, ou para os novos, vão se desenrolando é o que vai te prendendo a cada episódio e desejar chegar a conclusão. Mas o crossover rapidamente fez perder alguns impactos ao meu ver.

A pegadinha do Malandro com Oliver Queen já tinha dado esse pontapé inicial por ser rápido demais e vamos ignorar os primeiros minutos de toda a saga onde vemos umas perdas importantes, porém, que perde todo o impacto quando lembramos o futuro delas na TV.

Esquecendo mais que o Araki em Jojo's


Em alguns momentos a Crise nas Infinitas Terras parece abraçar forte o meme "Araki esqueceu" famoso pelo autor de Jojo's Bizarre Adventure aparentemente esquecer que algo já foi realizado na série, e assim, no futuro dizerem que é impossível como o uso de Hamon em matéria que vimos na parte 1 mas na parte 3 dizem não ser possível por exemplo. Ou mesmo esquecer coisas mais impactantes com os personagens no roteiro...

Na parte 3 da Crise algumas coisas me deixaram com aquele sentimento "meh" e aqui deixo registrado que eu acredito que o MVP será Allan Harper ao fim da Crise. A cena dos Flash na série deixa muito o ar entre "eita, corremos demais com a coisa e precisamos resolver rápido sem pensar" e o "tudo tem um jeito, relaxa cara e siga vivo".

Muitas vezes o crossover me lembra Vento Aureo quando aparecia algum vilão. Eles nunca tinham real ideia de como enfrentarem alguns stands ou como agiam, entretanto, bastava um minuto para já saberem tudo que precisariam fazer, e esse sentimento eu tive enquanto procuravam os Paragons. Especialmente personagens que se descobriram como tal.

A Crise chega ao fim em 2020

Não f#4& esse rolê Barry, por favor!

Diante disso se você se pergunta se estou decepcionado com a Crise? Fiquei levemente desanimado nesses aspectos mas eu sigo confiante dela terminar bem e o roteiro encaminhar seu desfecho sem zuar conosco.

Os pontos que citei realmente me incomodaram e deram aquele sentimento do Pica-Pau de "fui tapeado". Algo que eu sinto que poderiam aproveitar melhor é tempo pois eles possuem quase 5 horas de tela para trabalharem essa saga.

Como é um crossover onde a série do dia não faz diferença, isso poderia ter sido levado em conta para quebrar a estrutura padrão que as séries televisas possuem na TV. O segredo básico das séries são três pontos em seus episódios:


  • Inicio que chame a atenção
  • Enrolar no miolo com a sensação que a história andou apesar de ficar engessada
  • O final empolgar mas fazer o momento João Kléber, parando e deixando gancho pra você ansiar pelo próximo ep.


Então momentos chateado a parte a contagem regressiva para os episódios finais está firme e forte na redação.

#TBT


Já que em meio a Crise nas Infinitas Terras vimos um Jojo's Bizarre Adventure, bora recordar sobre os Stands (que você conferiu todos aqui, aqui, mais aqui, outros aqui e acabou aqui) de Vento Aureo e suas referências musicais, afinal, Jojo's é movido a esquecimento e referências.

Como Vento Aureo (Golden Wind) foi a última parte da história a ser animada até o momento e foi um dos melhores de 2018/19, nada mais justo que recordarmos isso enquanto esperamos por um anuncio oficial do anime Jojo's Bizarre Adventure Part 6 Stone Ocean.


Até a próxima!