Voltando a programação normal chegamos em 1988 o ano em que Angra lançou "Fireworks" e marcou a despedida de André Matos da banda. Toda saída de vocalista sempre gerou um caos no AngrA, porém, André foi um marco na vida de muitos e a escolha de Lisbon vem por ser uma composição inteiramente dele.

Após a turnê "Holy Live" André já demonstrava vontade de sair da banda e isso gerou os eventos que culminaria com a chegada do Edu Falaschi, contudo, o "Fireworks" para ganhar vida teve intervenção para que fosse lançado com André nos vocais.

O processo de composição acabou sendo diferente dos demais com André mais distante no processo. "Fireworks" marca uma pegada um pouco mais progressiva no metal melódico do Angra que voltaria a ser mais "power metal melódico" no sucessor "Rebirth".

Com 10 músicas e "Rainy Night" como faixa bônus para o mercado fonôgráfico japonês, "Fireworks" não é um álbum ruim mas poderia ser melhor. "Lisbon" é uma dos destaques do álbum que ainda chama a atenção com "Wings of Reality", "Metal Icarus", "Paradise" e "Speed".

Letra

Every night I say a prayer
Look at me: nobody cares
Just a mirror, passing by...
Looked inside:
I've lost my pride!
Stay with me not for so long
It's alright: no needs, no hope
Such a miracle,
Looking back...
Times gone by,
And life wasn't bad...
Lord, light my way
Fill these withered,
Careless hands...
Oh, skies are falling down
Skies are falling down
Oh, skies are falling down
Skied are falling down
See, the birds are back...
At the docks and everywhere
Here in Lisbon, realized
This whole world
So strange and divine
Lord, light my way
Fill these withered,
Careless hands...
Oh, skies are falling down
Skies are falling down
Oh, skies are falling down
Skied are falling down