Inicialmente previsto até novembro, o Cine África traz agora quatro novos filmes a partir do dia 3 de dezembro (quinta-feira). A nova leva inclui produções da África do Sul, Gabão, Nigéria e Tunísia, todas legendadas. Os títulos são “O Africano que Queria Voar” (2016), de Samantha Biffot, “Kasala!” (2018), de Ema Edosio, “Olhe Para Mim” (2018), de Néjib Belkadhi e “Vaya” (2016), de Akin Omotoso. 

As exibições são gratuitas e acontecem no site da plataforma Sesc Digital: sescsp.org.br/cineafrica. Disponível apenas para o Brasil, cada filme poderá ser assistido durante uma semana. A curadoria da mostra é de Ana Camila Esteves. No mês de dezembro também acontece o lançamento de um e-book exclusivo com artigos, ensaios, entrevistas e críticas. O Cine África é uma realização do Sesc São Paulo.

Atração do dia 3 de dezembro, “Vaya” (2016) acompanha a vida de três personagens que desembarcam em Joanesburgo (África do Sul): uma jovem bailarina, um menino à procura de trabalho e um homem que busca o cadáver do pai. No dia 10 é a vez do drama “Olhe Para Mim” (2018) que narra o retorno de um imigrante à Tunísia para cuidar de seu filho autista. As duas produções estrearam no Festival de Toronto.

A vida de Luc Bendza, ator gabonense que se tornou uma estrela do kung fu na China, é o tema do documentário “O Africano que Queria Voar” (2016), filme do dia 17. A comédia “Kasala!” (2018) encerra no dia 24, com uma divertida comédia sobre um dia na vida de quatro amigos em Lagos, na Nigéria. Ambos os títulos marcam a estreia na direção em longas das jovens realizadoras Samantha Biffot e Ema Edosio, respectivamente.


Cine África - Sessões Extras | Dezembro/2020

Os filmes serão exibidos na plataforma Cinema #emcasacomsesc | Gratuito
Maiores informações no site: mostradecinemasafricanos.com


Dezembro

03/12 (qui) - “Vaya”, de Akin Omotoso (África do Sul, 2016) - 115 min - Drama - 14 anos;
10/12 (qui) - “Olhe Para Mim” (“Regarde-moi”), de Néjib Belkadhi (Tunísia/França/Catar,
2018) - Drama - 98 min - Livre;
17/12 (qui) - “O Africano que Queria Voar” (“The African Who Wanted to Fly”), de Samantha Biffot (Gabão/França/Bélgica/China, 2016) - Documentário - 70min - Livre;
24/12 (qui) - “Kasala!”, de Ema Edosio (Nigéria, 2018) - Comédia - 90 min - 14 anos.

Nossos canais de comunicação:



CONTATO:

Ana Camila - idealizadora e curadora


Sobre os filmes

“O Africano que Queria Voar” (“The African Who Wanted to Fly”, de Samantha Biffot (Gabão/França/Bélgica/China, 2016) - Documentário - 70 min - Livre;

Sinopse: Gabão, 1979. Luc, um menino de nove anos, vê um filme de Kung Fu pela primeira vez e tem uma revelação: chineses sabem voar. Ele fica obcecado em aprender a voar também. Depois de 31 anos vivendo na China, dominando as artes marciais e atuando em filmes de Kung Fu, ele alcança seu sonho.



“Kasala!”, de Ema Edosio (Nigéria, 2018) - Comédia - 90 min - 14 anos;

Sinopse: Um jovem de um subúrbio de Lagos leva o carro de seu tio para se divertir com os amigos. As coisas se complicam quando eles têm um acidente e apenas cinco horas para coletar dinheiro e consertar o dano antes que seu tio retorne. Uma comédia em ritmo acelerado que, segundo a própria diretora, é um reflexo de sua vida na Nigéria.



“Olhe Para Mim” (“Regarde-moi”), de Néjib Belkadhi (Tunísia/França/Catar,

2018) - Drama - 98 min - Livre; 

Sinopse: Lotfi, um imigrante tunisiano que vive na França, é forçado a voltar a sua terra natal para cuidar de Youssef, seu filho autista de nove anos que ele não via há sete. Ignorado pelo seu filho, que não lhe dá sequer um mínimo olhar, Lotfi transforma sua situação em um desafio que o levará ao caminho certo para se tornar um pai de verdade.



03/12 (qui) - “Vaya”, de Akin Omotoso (África do Sul, 2016) - 115 min - Drama - 14 anos;

Sinopse: Um trem chega a Joanesburgo vindo de KwaZulu-Natal com três passageiros: Zanele, uma jovem bailarina que deseja se consolidar como artista; Nhlanhla, um menino do interior que visita um primo que lhe promete trabalho, e Nkulu, que viajou à cidade grande para buscar o cadáver do pai. Baseadas em histórias reais, as experiências na cidade grande dessas personagens as obrigam a repensar suas atitudes diante da vida e das pessoas.