Erik Estavillo, usuário da Twitch que processou a plataforma por US$ 25 milhões (R$ 134.3 milhões) por ser exposto a "conteúdo altamente sugestivo e sexual de várias streamers", teve o caso negado pela corte da Califórnia. De acordo com o processo, o "código de programação distorcido" da Twitch, combinado com o TOC e o vício em sexo tornou quase impossível para Estavillo usar a plataforma sem ser exposto a "conteúdo sexual".

Entenda o caso

Estavillo, que em junho deste ano seguia 786 streamers mulheres e 0 homens, abriu um processo contra a Twitch na Corte Superior de Santa Clara na Califórnia, EUA. O norte-americano citou várias streamers em sua reclamação, incluindo Pokimane, Alinity e Amouranth, pedindo que todas fossem banidas permanentemente.

Na decisão provisória publicada pelo tribunal, o juiz disse que o principal problema com o caso eram as provas que ele apresentou, pois não eram suficientes para apoiar as reivindicações em seu processo. "As 'provas' apresentadas pelo Requerente [Estavillo] com sua oposição não identificam, muito menos apoiam, quaisquer reclamações sob a lei da Califórnia”, diz a decisão.

O resultado 

Basicamente, depois que o processo foi aberto, os advogados que representam a Twitch fizeram uma moção ao tribunal para rejeitá-lo, e o tribunal o fez "com preconceito". Isso significa que a saga parece ter acabado de uma vez por todas, e não pode ser levada de volta ao tribunal.

Acabou... Mais ou menos

Apesar disso, o autodenominado viciado em Twitch disse que planeja apelar da decisão ao 6º Tribunal Distrital de Apelações, mas se as coisas vão ou não ser diferentes para ele, resta saber.