No dia 21 de maio o Amazon Prime Video estreou P!nk: All I Know So Far, documentário dedicado à cantora norte-americana que é um dos símbolos dos anos 2000. Com 1h39 de duração, ele mostra P!nk, sua família e equipe na estrada durante a turnê Beautiful Trauma de 2019, e toda preparação para o show no icônico estádio de Wembley. Já pode soltar um spoiler? Pois lá vai: o documentário vale cada minuto.


O trailer

Assim você não perde nada:



2019... Parece uma eternidade, né? 

Dirigido por Michael Gracey (O Rei do Show, Rocketman), All I Know So Far é muito divertido e didático sobre como funciona o show business. Ele explora os diferentes lados da cantora: mãe de dois filhos, esposa, artista e chefe das 225 pessoas que fizeram a turnê acontecer. São momentos engraçados, gratificantes e que mostram o stress de preparar tantas coisas, viajar de um lado para o outro.

O documentário também empoderador, pois a P!nk faz tudo com uma visão agregadora, muita coragem e uma dose cativante de bom humor. É basicamente como ser a chefe de uma família realmente grande.


Quebrando estereótipos

A gente "aprende" que o rockstar vive a vida do jeito que quer, e trata as pessoas como bem entende. Quem faz isso morre cedo, ou vive o suficiente para ser odiado e ter muitos problemas de saúde. Já o documentário mostra que é o oposto: para viver na música você precisa de bastante disciplina e maturidade. Você depende de pessoas que dependem de você, então não existe espaço para decisões egoístas.

O caso da P!nk é ainda mais engraçado. Ela diz que queria ser uma estrela do rock, e foi atrás disso. Ela diz que também queria ser mãe, e foi atrás disso. Ela criou uma imagem de durona que não leva desaforo pra casa, mas numa das partes mais legais do documentário, é exatamente o contrário que acontece. É um momento bem engraçado: ele reforça que sim, a cantora é badass pra caramba, mas por muito mais motivos do que simplesmente "ser rebelde".


Veredito

P!nk: All I Know So Far é uma carta de amor para os fãs acompanham a cantora há anos. Para os curiosos, é uma forma de se encantar com a Alecia em todas as formas. É refletir com os momentos de humanidade e fraqueza, rir e fazer o que hoje em dia ficou cada vez mais raro: se sentir humano. O único ponto baixo é que eu gostaria de ter visto mais do show em Wembley. Tirando isso, ainda é um excelente documentário.


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