Connie está de volta em The Walking Dead, mas a estrela Lauren Ridloff diz que "o tempo dirá" o que acontece entre a sobrevivente com PTSD e o futuro interesse romântico Daryl (Norman Reedus). No domingo em "On the Inside", Connie se reuniu com sua irmã Kelly (Angel Theory) depois de desaparecer dentro de uma caverna Whisperer na temporada 10. 


O retorno de Connie segue o próprio reencontro de Daryl com a ex-amante Leah (Lynn Collins), que por acaso faz parte dos "The Chosen Ones" de Pope (Ritchie Coster) - também conhecidos como mercenários mascarados chamados de Reapers - caçando Maggie (Lauren Cohan) no rastro da Guerra dos Sussurros.

É Kelly, liderando um grupo com Carol (Melissa McBride), Rosita (Christian Serratos) e Magna (Nadia Hilker), que encontra Connie com Virgil (Kevin Carroll) enquanto fogem de uma casa de horrores literalmente repleta de humanos ferozes. 

Uma Connie exausta e sem sono, em fuga desde que escapou do esconderijo da horda de caminhantes de Alfa (Samantha Morton) após um desmoronamento explosivo, tem flashbacks de pesadelos que continuarão a afetá-la conforme a temporada avança.

"Uma coisa que está bastante clara é que Connie também mudou", disse Ridloff aa  Decider por meio de um intérprete de linguagem de sinais americana quando questionada se seu retorno poderia reacender "faíscas" entre Connie e Daryl, que mudou desde a última vez que o viu. "Ela está mentalmente em um lugar diferente, ao contrário de antes da caverna. E agora quando ela realmente, finalmente se reúne com parte de seu grupo, sua irmã especificamente."

"Então eu acho que Connie agora tem algum PTSD com o qual ela está lidando, e ela precisa lidar com isso primeiro e como isso realmente afeta ela e seus relacionamentos", acrescentou Ridloff, "seja com Daryl ou seu reingresso naquela comunidade de novo. Então, só o tempo dirá."

Depois que Connie desapareceu no episódio "Squeeze" da 10ª temporada, Ridloff apontou que Connie e Carol (Melissa McBride) são amigas, apesar da parte dos fãs que pedem um par romântico de "Donnie" (Daryl e Connie) ou "Caryl" (Carol e Daryl).

"No momento, é claro que eles têm os shippadores Donnie e os shippadores Caryl, as guerras com os fãs. Mas acho que foi apenas um momento para mostrar a todos que Connie e Carol são duas mulheres muito maduras que têm um relacionamento e um relacionamento fora desse homem, que ele nem precisa estar envolvido", disse Ridloff no ano passado em Talking Dead, referindo-se a um momento de ternura entre Connie e uma claustrofóbica Carol. "E o fato de Connie ter sido capaz de fazer algo que envolvia apenas o simples toque da mão, e ter aquele momento de humanidade, é quase como segurar a mão dela. Segurar a mão dela seria cuidar de Carol, e não foi qualquer coisa assim. Acho que foi uma maneira criativa de Connie dar a Carol esse apoio."

The Walking Dead vai ao ar aos domingos no CW

via CB