Que a jornada de Daniel Craig como o agente 007, James Bond, está chegando ao fim, isso talvez já saiba, o que você talvez não saiba é que os últimos interpretes do agente mais famoso do mundo tiveram em comum, além de tentar manter fãs antigos e atrair novos, foram as músicas em seus filmes.

Alguns filmes marcaram, outros podem ter sido "normal", mas em alguns casos as músicas conseguiram tornar alguns deles mais memoráveis, ou mesmo, alguns conhecerem a música e talvez nem ter assistido ao filme (oi, Skyfall).

Abaixo vamos conhecer cinco músicas que marcam a nossa geração seguindo a ordem de lançamento dos filmes. E sim! Vai ser uma lista especial por um motivo surpresa.

Primeiramente


Live and Let Die (Paul McCartney & The Wings) - 1973
(Bruna)


Achou que só o Renan ia se divertir na lista do 007? Achou errado! Eu também vou entrar nessa, e justo com a primeira música. Um dos meus temas favoritos, Live and Let Die embalou a estreia de Roger Moore no filme de mesmo nome, vivendo o cara que sempre diz o sobrenome duas vezes. É um rock sinfônico muito bom, e a letra é uma das minhas filosofias de vida.

GoldenEye (Tina Turner) - 1995
(Bruna)


Um dos capítulos mais icônicos em 25 anos de franquia, 007 Contra GoldenEye foi a estreia de Pierce Brosnan no papel principal. Sua missão é evitar que o controle do poderoso satélite GoldenEye caia em mãos erradas, pois ele pode causar pane em qualquer equipamento eletrônico do mundo.

E se nós temos um filme que marcou história, com um dos Bonds mais charmosos, nada mais justo ter um tema à altura com a sempre elegantíssima Tina Turner

Tomorrow Never Dies (Sheryl Crow) - 1997
(Renan)


Do filme de mesmo nome lançado em 1997, e possivelmente o segundo game que ajudou a se popularizar entre os jovens. No filme um insano magnata da mídia está armando incidentes internacionais para jogar as superpotências internacionais umas contra as outras.

Cabe ao agente James Bond deter essa mente brilhante e evitar o caos no mundo.

Die Another Day (Madonna) - 2002
(Bruna)



Se Pierce Brosnan estreou na franquia 007 com uma ótima escolha música, a despedida manteve a qualidade com a batida marcante da Madonna. Em Um Novo Dia Para Morrer, Bond escapou da prisão na Coreia do Norte, e está atrás de Gustav Graves. Ele é um cara sinistro que está criando uma arma que pode colocar o mundo em risco. O filme teve ainda Halle Berry como Bond Girl! Não tem como reclamar.

You Know My Name (Chris Cornell) - 2006
(Renan)


Quando Cassino Royale foi lançado em 2006 além de nos trazer Daniel Craig como o novo interprete do agente mais famoso a serviço da rainha, também nos mostrou um Bond mais humano e mais agressivo. Era comum o meme "Craig é a versão do Bond que personifica a violência" pois a história mostra um James novato.

Com mudança de tom, podemos notar que You Know My Name também vai em uma pegada diferente na trilha sonora, que era comumente, dominada por cantoras pop e/consagradas da época e mantendo um certo estilo. A quebra soma perfeitamente ao novo Bond.
 
No Time To Die (Billie Ellish) - 2020/21
(Renan)


Na última aventura de Craig como James Bond em Sem Tempo Para Morrer a música tema ficou a cargo de Billie Ellish, e que, consegue surpreender aqueles que esperavam uma bomba devido ao estilo de música dela ser bem diferente do que estamos acostumado, e esperamos, ao lançar uma música tema do Bond.

Com uma certa pegada de Adelle, Ellish surpreende sim, mas ao mostrar que como musicista, consegue realizar um trabalho específico e entregar muito bem o que lhe foi solicitado.

Skyfall (Adele) - 2012


Ironicamente o filme que mais teve obstáculos em sua produção até ganhar vida, 007 - Operação Skyfall foi um dos mais bem sucedido em diversos aspectos. Como filme ao mostrar um Bond cada vez mais humano, sem perder suas caraterísticas, o choque de tecnologias analógicas e digitais, e a excelente retomada da música ao estilo antigo com a perfeita escolha de Adelle para Skyfall.

Não tem muito o que dizer, ou o que a gente diga sobre essa música que faça jus ao quão fantástica ela é. Adele injetou a carga dramática exata que um filme de James Bond (ainda mais com o Craig) pede, e trouxe uma orquestração impecável. O refrão é um dos momentos mais emblemáticos em 25 anos de franquia.